O Vietnã não está apenas entrando no mapa do esporte mundial. Quer redesenhá-lo. O país deu início às obras do Estádio Trong Dong, uma arena multiuso que promete ser o novo colosso da arquitetura esportiva. Com previsão de entrega para agosto de 2028, o projeto faz parte da ambiciosa “Cidade dos Esportes Olímpicos”, um complexo urbano e residencial orçado em astronômicos R$ 185 bilhões.
Com capacidade para 135 mil espectadores, o Trong Dong não quer apenas ser grande, ele quer ser o maior e o mais espetacular estádio do planeta. Para isso, ele vai superar ícones globais e projetos em andamento que até então eram considerados imbatíveis em escala.

O design do estádio em construção é uma aula de “soft power” cultural. A estrutura terá o formato do tambor de bronze Dong Son, uma peça sagrada que simboliza a força e a longevidade da civilização vietnamita. A inspiração é milenar, mas a tecnologia é de ponta. A arena contará com teto retrátil e será o coração de um complexo de 90 milhões de metros quadrados.
Para a Fifa viver
O objetivo é claro: transformar o Vietnã em um destino obrigatório para Copas do Mundo, Olimpíadas e mega shows internacionais, seguindo os passos de outros estádios grandiosos espalhados pelo mundo. Ocorre que o Vietnã não tem nenhuma tradição no futebol, tampouco como destino de eventos musicais.
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O sucesso das seleções de base na Ásia, diante de rivais como a China, despertou o interesse e a paixão do país pelo futebol. A seleção nacional ganhou alguns jogos na região. O clube mais popular do país é o Becamex Binh Duong, cujo apelido é “Chelsea do Vietnã” devido aos seus investimentos. Há brasileiros atuando no Vietnã. O atacante Rafaelson Bezerra Fernandes é um deles. Ele passou cinco temporada no futebol local e foi integrado à seleção em 2024
IA com informações e edição do The Football





