Por Leonardo de Sá

O Bahia, de Rogério Ceni, encara um desafio complexo nesta quarta-feira, dia 25: quebrar um recorde negativo de seis partidas sem vencer em competições internacionais. A missão só será completa caso o time consiga reverter o resultado diante do O’Higgins, clube chileno que derrotou o Tricolor na partida de ida da pré-Libertadores por 1 a 0. Agora, o Esquadrão precisa de um triunfo simples para levar a decisão aos pênaltis, ou vencer por dois gols ou mais de diferença para avançar e seguir com o sonho da Libertadores.

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O cenário é de pressão total na Arena Fonte Nova. Um tropeço em Salvador significa a eliminação precoce no maior torneio do continente. O momento, contudo, é de incertezas: o retrospecto recente de duas vitórias, dois empates e uma derrota nos últimos cinco jogos liga o sinal de alerta sobre a regularidade do grupo. Para evitar o vexame em casa, o comando técnico precisará corrigir a falta de contundência que tem custado o início da temporada do Bahia.

Kike Olivera, jogador do Bahia, em partida do time diante do O’Higgins, clube chileno, pela pré-Libertadores / EC Bahia

Peso do jejum histórico

A sequência negativa começou em maio de 2025 e acumulou cinco derrotas e um empate desde então. O primeiro revés dessa série foi contra o Nacional, do Uruguai, dentro de casa, e o último ocorreu justamente no Chile, na semana passada. Para sair dessa “maré” de resultados ruins, a equipe de Rogério Ceni precisará se livrar da pressão do retrospecto. E jogar mais.

Esse retrospecto transformou o duelo desta quarta em uma questão de honra para o projeto do Grupo City. Dessa forma, o Bahia entra em campo não apenas pela vaga, mas para provar que consegue competir em alto nível em torneios internacionais, algo que tem sido colocado em dúvida entre 2025 e 2026. O time começa a ganhar a pecha de competir, mas não chegar. 

Esperança nos artilheiros

Para furar o bloqueio chileno, as atenções recaem sobre Dell e Erick. Os dois atacantes são os artilheiros do time neste início de 2026, com três gols cada. Eles surgem como as principais peças para mudar o rumo do confronto. A expectativa é que a dupla consiga ser efetiva. A torcida do Bahia está animada, apesar de tudo. 

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Assim, a partida das 19h será o divisor de águas para a continuidade na temporada do clube. Se passar, o Bahia fica a um passo da fase de grupos da Libertadores e ganha fôlego financeiro e moral para honrar a boa campanha de 2025. Se cair, o foco voltará exclusivamente para as competições nacionais, sob o peso de mais um fracasso continental. E cobranças.

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