De Washington DC
Na véspera do início da cerimônia do sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2026, no Centro de Artes John F. Kennedy, em Washington DC, a capital dos Estados Unidos parecia mais preocupada com o início das festividades natalinas. A maior parte da cidade voltava seus olhos para a instalação da Árvore de Natal Nacional dos Estados Unidos, um pinheiro de 10,7 metros de altura, colhido na Floresta Nacional George Washington e Jefferson, na Virgínia e instalado a poucos metros da Casa Branca. A festa teve a participação do presidente Donald Trump e da primeira-dama Melania Trump, que acenderam as luzes da árvore.
A menos de 2,5 quilômetros dali, operários corriam para terminar a montagem do cenário do sorteio do Mundial de 2026, no Centro para Artes Performáticas John F. Kennedy Center, e eram feitos os últimos ensaios.

Como sempre acontece neste tipo de evento, que determinará os caminhos de cada uma das seleções participantes, a missão de determinar os caminhos de cada uma das 48 seleções caberá a celebridades, inclusive o caminho do Brasil. Os mestres de cerimônia serão o ex-capitão da Inglaterra, Rio Ferdinand, hoje um bem-sucedido apresentador da TV britânica, auxiliado pela premiada apresentadora internacional Samantha Johnson.
Personalidades americanas
Um time de personalidades de destaque dos esportes mais populares nos Estados Unidos se encarregará de desvendar o conteúdo das bolinhas. Serão eles Tom Brady, heptacampeão do Super Bowl da National Football League, o tetracampeão da NBA, Shaquille O’Neal, o membro do Hall da Fama da Liga Norte-americana de Hóquei, a NHL e astros do beisebol, como Wayne Gretzky, eleito sete vezes melhor jogador deste esporte na América do Norte, e Aaron Judge, destaque do New York Yankees, atuarão como assistentes do sorteio.
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Pela primeira vez, um sorteio da Copa do Mundo terá a participação de três chefes de Estado e de Governo. Além de Donald Trump, o presidente dos Estados Unidos, estarão no Centro de Artes John F. Kennedy, em Washington DC, Claudia Sheinbaum, a presidente do México, e Mark Carney, o primeiro-ministro do Canadá. Os dois países também receberão partidas do Mundial no ano que vem. Com 48 seleções e 104 partidas, será a maior competição desde 1930, quando foi realizada a primeira edição.





