O Corinthians não desistiu de tirar Paulinho do Mirassol para a posição de gerente de futebol do clube, sob a gestão do recém-contratado Marcelo Paz, o novo executivo no lugar de Fabinho Soldado. Não há recusa de Paulinho. O que há é um sentimento de gratidão que prende o profissional ao clube sensação do Brasileirão, quarto colocado na competição e com vaga na Libertadores. Paulinho só não aceita voltar ao Parque São Jorge porque entende que deve ao Mirassol pela oportunidade dada a ele em sua nova carreira após a aposentadoria dos gramados.
Marcelo Paz já aprovou a contratação de Paulinho. As diretorias vão se encontrar para uma possível “liberação” de Paulinho. Se isso acontecer, o acerto será fechado. A equipe do interior faz uma reformulação em seu elenco, mas tem uma base montada para 2026. Danielzinho foi vendido ao São Paulo. Talvez ele seja a maior baixa do Mirassol para a temporada. De modo que Paulinho já deixou um caminho preparado para o clube em sua estreia na Libertadores.

O Mirassol tem mais receita. O clube prepara uma reforma no seu estádio, o Maião, e começa a montar um time feminino. O técnico Rafael Guanaes continua no comando da equipe. O próprio Paulinho tem atualmente mais suporte do que tinha no começo deste ano. Ele sabe que tem muito mais para fazer no Corinthians do que no Mirassol. Encarar esse desafio no clube onde jogou e foi campeão do mundo mexe com ele.
Salário dobraria
Mas Paulinho só aceita trabalhar no Parque São Jorge se o Mirassol o liberar publicamente. Não é por dinheiro nem por prestígio. Ele tem contrato de mais um ano e está feliz na cidade. Mas sabe que a mudança, se ocorrer e der certo, pode marcar a sua nova carreira. Hoje, o Corinthians precisa mais dele do que o Mirassol. Por isso, Marcelo Paz insiste em sua contratação. Eles iriam trabalhar juntos. Ele ganha R$ 100 mil por mês. Ganharia o dobro disso no Corinthians.





