Apenas um time não pontuou fora de casa nas oito primeiras rodadas do Brasileirão: o Atlético-MG, agora comandado por Eduardo “Barba” Domínguez, que colecionou quatro derrotas em quatro partidas longe da Arena MRV. O técnico acredita que o time está em evolução e que vai melhorar quando atuar de forma mais coletiva. “Este é o momento em que temos de estar mais juntos. Temos de estar mais unidos, mais juntos, mais fortes. Isso que nos vai levar adiante”, apontou o treinador.

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O setor ofensivo é um dos principais problemas do time. Parou de funcionar. Na última partida, contra o Fluminense, o Atlético bem que criou boas jogadas, mas pecou na finalização e esbarrou na boa eficiência defensiva adversária. O goleiro Fábio fez boas defesas e segurou o marcador final de 1 a 0 para o Tricolor carioca. O Atlético-MG marcou oito gols na competição.

Eduardo Domínguez entende que o Atlético-MG precisa de ajustes para evoluir no ataque na temporada / Atlético-MG

Em 2025, o Atlético terminou o campeonato nacional com o pior desempenho ofensivo nesse formato, marcando 43 gols em 38 jogos. O clube ainda depende muito de Hulk. A ineficiência do setor fica evidente quando se percebe que o artilheiro do time no torneio é o zagueiro chileno Iván Román, de 19 anos.

Ajustes na data-Fifa

A data-Fifa fez sete jogadores do Atlético-MG serem convocados para diversas seleções. Alan Franco, Alan Minda e Angelo Preciado estão no Equador; Junior Alonso foi para o Paraguai; Iván Roman defende o Chile; Mamady Cissé vai ajudar Guiné; e o zagueiro Vitão foi chamado para a seleção brasileira sub-20. Barba Domínguez não contará com esses atletas na Cidade do Galo durante o período. Ele usará os dias livres para fazer ajustes no elenco e passar a sua ideia de jogo mais coletivo.

Atlético-MG teve sete jogadores do elenco convocados nesta data-Fifa por diferentes seleções / Atlético-MG

O treinador identificou que o time está muito exposto e sofrendo gols “evitáveis” de contra-ataques. Ele vai priorizar a organização do setor. Barba pretende dar oportunidade para jogadores jovens e mais intensos. Ele quer treinar uma transição mais rápida. Por isso, o argentino deve observar atletas da base e engrossar o grupo.

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O comandante também conseguirá observar de perto o trabalho de alguns jogadores. “Barba” Rodríguez salientou que, para encontrar uma equipe ideal, precisará de tempo. Agora ele tem esse tempo. Aliás, todos os treinadores podem melhorar suas respectivas equipes nesta parada da data-Fifa. “O tempo nos pressiona. Tento ser paciente, porque sabemos que não podemos acelerar processos. Precisamos encontrar o grupo, que não é formado apenas por onze jogadores, mas por muitos mais.”

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