Entre os times brasileiros que vão jogar a Libertadores, o Fluminense pegou um dos grupos mais acessíveis. O time carioca estreia na competição nesta quarta-feira contra o Deportivo La Guaira. É favorito. A partida está marcada para o Estádio Olímpico de la UCV, em Caracas, capital da Venezuela. Luis Zubeldía contará com força total e exigirá concentração máxima dos atletas para o primeiro confronto internacional da temporada. Entre os brasileiros, o Flu quer fazer frente a Palmeiras e Flamengo.
“O objetivo está claro e, independentemente disso, temos de nos classificar para ir em busca do título”, defendeu o treinador. O Flu é um dos times mais consistentes e regulares do Brasileirão. Contudo, o técnico argentino tem realizado mudanças pontuais na zaga e no meio de campo. Ele busca mais equilíbrio.

O atacante Soteldo foi bem avaliado na partida contra o Coritiba e poderá ser uma arma secreta do setor ofensivo do Flu. Ele poderá aparecer ao longo da partida já que Jefferson Savarino e Agustín Canobbio são os favoritos para atuar nas pontas devido ao equilíbrio tático da equipe. John Kennedy é o titular absoluto da camisa 9 na ausência de Germán Cano, que se recupera de lesão. Rodrigo Castillo e Kevin Serna são outras opções que devem entrar durante o jogo.
Adversários do grupo
Desconhecido no Brasil, o Deportivo La Guaira está na sua quarta edição de Copa Libertadores. Fundado em 2008, o time ganhou relevância após receber investimentos de empresários locais. O seu crescimento está relacionado ao apoio do Grupo Traki, uma das redes de lojas de departamento da Venezuela. A equipe está na segunda posição do Campeonato Venezuelano e tem um orçamento modesto se comparada com os principais rivais brasileiros.
O elenco é composto basicamente por jogadores venezuelanos e é avaliado em 7,5 milhões de euros (R$ 44,6 milhões), de acordo com sites sobre o tema. Já o Fluminense tem os jogadores avaliados em 112,6 milhões (R$ 670 milhões). Além dos brasileiros e venezuelanos, o Grupo C ainda conta com o Bolívar, da Bolívia, e o Independiente Rivadavia, da Argentina. O primeiro é um dos clubes mais tradicionais do seu país e um velho conhecido dos brasileiros.
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O maior desafio de jogar contra o Bolívar é a altitude de La Paz (3.600 metros), que tradicionalmente impõe um desgaste físico intenso aos jogadores brasileiros. Apesar de já ter sido vice-campeão da Sul-Americana, o “La Academia” não costuma levar dificuldades para os clubes do Brasil. Vencedor da Copa da Argentina em 2025, o Independiente Rivadavia vive o melhor momento da sua centenária história. O clube surpreendeu os grandes do país e conseguiu um título expressivo. A equipe da cidade de Mendoza busca uma classificação para a segunda fase da Libertadores.





