O torcedor palmeirense precisará ter um pouco mais de paciência para rever Paulinho em campo. O camisa 10 lida com um cronograma especial de treinamentos e não foi relacionado para a partida de estreia do Palmeiras na Copa do Brasil, contra o Jacuipense, nesta quinta-feira, no Allianz Parque. Em nenhum momento o Palmeiras admitiu a possibilidade de contar com o jogador. The Football apurou meses atrás que o atacante passaria por todos os testes em abril e começaria a jogar em maio, caso não sentisse mais dor.
Mas havia a expectativa de o atacante compor o banco de reservas no duelo das 19h30 desta quinta. Mas o departamento médico e a comissão técnica optaram por preservar o atleta para que ele atingisse o estágio físico ideal antes de retornar. Paulinho continua a sua rotina de treinos e coletivos.

“Paulinho está treinando com o elenco desde o início do mês, aumentando progressivamente a carga de trabalho em seu processo de recondicionamento físico. Ele já atingiu níveis competitivos, mas optamos por aguardar um pouco mais para que o atleta se adapte à carga de trabalho atual”, explicou Pedro Pontim, coordenador médico do clube em nota.
Cautela palmeirense
Paulinho não atua há nove meses. O planejamento para o seu retorno envolve avaliações diárias de performance nos treinos na Academia. O departamento de saúde e performance palmeirense destacou que o atacante responde bem aos estímulos, mas a falta de ritmo de jogo ainda é o principal entrave para o seu retorno. Todos no clube vivem a mesma expectativa da volta do jogador. Ele não atua desde julho do ano passado.
Segundo Pontin, o cuidado é necessário em processos de recuperação especiais como o dele, no qual há um “período prolongado de inatividade”, levando também em consideração o tempo em que o jogador esteve machucado no Atlético-MG, seu clube anterior.
“Avaliamos diariamente se há incômodos após as atividades e observamos a evolução para entender o momento em que ele estará, de fato, pronto para os jogos. A resposta do Paulinho tem sido adequada, com incômodos naturais durante as fases de incremento de carga. Felizmente, temos controlado isso muito bem. A proposta para os próximos dias é manter a carga de trabalho e observar a resposta adaptativa que o corpo dele nos dará para que possamos decidir, em conjunto, o retorno”, explicou o profissional.
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O atacante desembarcou na Academia de Futebol no começo de 2025 já sob cuidados médicos, após um investimento de 18 milhões de euros (R$ 114,9 milhões na cotação do período). Embora o retorno estivesse previsto para abril daquele ano, a lesão na tíbia direita sofreu um agravamento após a sua participação no Mundial de Clubes da Fifa. Ele passou por nova cirurgia. Desde então, trabalha para voltar.





