Uma equipe competitiva que mescla muitos veteranos e alguns atletas mais jovens. O Cerro Porteño, do Paraguai, é um dos clubes que mais disputaram a Libertadores em todos os tempos. Sua tradição é gigantesca. O time de Assunção está em sua 48ª participação na competição sul-americana. Mas nunca conseguiu chegar à final do torneio. O máximo que “El Ciclón” fez foi chegar à semifinal. O Cerro recebe o Palmeiras nesta quarta-feira, pela terceira rodada da Libertadores, no Estádio General Pablo Rojas, o La Nueva Olla, na capital paraguaia. O capitão Gustavo Gómez estará em casa.
O Cerro Porteño é treinado pelo experiente treinador argentino Ariel Holan, que passou pelo Santos em 2021. O elenco é recheado de jogadores das mais diversas posições que atuaram no futebol brasileiro. O goleiro Gatito Fernández teve passagem vitoriosa pelo Botafogo. Aos 37 anos, o artilheiro Pablo Vegetti chegou no início da temporada após um período de quatro anos no Vasco. O time paraguaio desembolsou US$ 1,5 milhão pelo experiente atacante. Entretanto, “El Pirata” ainda não conseguiu repetir o mesmo futebol que demonstrou em São Januário.

O volante Piris da Motta é outro atleta conhecido do Brasil. Ele foi multicampeão no Flamengo, clube que defendeu entre 2018 e 2021. No Campeonato Paraguaio, o Cerro Porteño ocupa a segunda posição, com 34 pontos. O líder é o arquirrival Olímpia, com 39. Os dois clubes são os líderes em conquistas nacionais: o Cerro tem 34 e o rival soma 47.
Freguês do Palmeiras
Palmeiras e Cerro ou “El Ciclón”, como é conhecido no Paraguai, já se enfrentaram 16 vezes pela Libertadores. Entretanto, o retrospecto é bastante favorável ao time brasileiro. O Palmeiras venceu dez vezes, com quatro empates e apenas duas vitórias do clube azul-grená. Campeão da Libertadores em 1999 pelo alviverde, o lateral-direito Arce iniciou sua carreira no time de Assunção.

Fundado em 1912, o Cerro é o clube com maior torcida do Paraguai. As cores do time possuem motivação política. O azul veio do Partido Liberal e o grená foi copiado do Partido Colorado. Já o nome é em homenagem a uma batalha de 1.811 em que os paraguaios expulsaram os invasores de Buenos Aires (os “porteños”) em um morro (“cerro”).
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Atualmente, a folha salarial do clube de Assunção é a maior do futebol local, com US$ 1,4 milhão (R$ 7,6 milhões), superando consideravelmente o grande rival local, o Olímpia, que tem gasto de US$ 630 mil. Contudo, são números pouco expressivos se comparados com os gigantes do futebol brasileiro.





