A espera finalmente acabou. Nesta quinta-feira, dia 11 de junho de 2026, a Copa do Mundo tem o seu pontapé oficial. A Copa começou. O planeta bola volta as suas atenções para o México, onde a seleção da casa encara a África do Sul, em um duelo que promete atrair os olhos do mundo e carimbar o início da maior edição da história do torneio, que agora conta com incríveis 48 seleções participantes. O país sofre protestos e mais de 5 mil pessoas são esperadas pelas ruas nas imediações do Estádio Azteca.
O palco da abertura, o icônico Estádio Azteca, localizado na Cidade do México, receberá o pontapé de início do Mundial a partir das 16h, do horário de Brasília. O duelo é válido pelo Grupo A, chave que também conta com as seleções da Coreia do Sul e da República Tcheca. Não há como apontar os favoritos. Os dois primeiros avançam. Neste Mundial, a Fifa também deu uma nova chance aos oito melhores terceiros colocados. Eles também vão para o primeiro mata-mata. E enfrentam os líderes dos grupos indicados pela entidade.

Para os mexicanos, a pressão de jogar em casa diante de sua apaixonada torcida é enorme, enquanto os sul-africanos, que buscam surpreender logo na primeira rodada, chegam com a proposta de atuar fechadinhos para conter o ímpeto dos donos da casa, tentando usar o contra-ataque como arma principal para buscar pontos preciosos logo na estreia. Quem sair na frente encaminha a sua vaga. O México fará a sua sétima abertura de Copa do Mundo na história. O país recebe a terceira edição: 1970, 1986 e 2026.
Em dose dupla
Após o apito final na Cidade do México, as atenções se voltam para o outro confronto do dia do mesmo grupo. Coreia do Sul e República Tcheca medem forças num duelo equilibrado e que completa a primeira rodada da chave. O jogo começa às 23h de Brasília. É o primeiro desafio para quem vai maratonar nesta Copa. A Fifa precisa atender aos fusos horários de todo o planeta. Isso explica o horário da partida no Brasil, por exemplo.
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A Coreia do Sul chega com um time rápido e disciplinado taticamente, baseando sua força na transição ofensiva. Não é muito diferente das outras Copas. Essa fórmula para os sul-coreanos ainda não deu muito certo. Já os tchecos apostam na estrutura física e na qualidade técnica de seus alas, marcas registradas do futebol europeu. É um futebol de força, brigador, que não alivia para os rivais. É um futebol “chato” também. A expectativa é de um jogo mais truncado, onde o erro pode custar caro na caminhada rumo ao mata-mata.





