Nova York – E eis que Jude Bellingham, mais uma vez, salvou a pátria dos súditos do Rei Charles III, desta vez contra a Noruega e sob o escaldante calor de Miami. Considerado o herói da sua equipe na batalha contra o México na difícil vitória por 3 a 2, nas oitavas de final e nos 2.500 metros de altitude do Estádio Azteca, ele foi o cara do jogo que classificou a Inglaterra para uma semifinal histórica diante da Argentina, de Lionel Messi.

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Na batalha contra os fortes noruegueses, de Haaland, Bellingham foi o homem dos gols providenciais – o primeiro deles no tempo adicional, para empatar o jogo, e o outro no início da prorrogação, colocando a Inglaterra em vantagem no marcador. Ele também brilhou nos passes, como o que deu para Harry Kane marcar um gol, anulado por uma milimétrica posição de impedimento.

Bellingham tem sido um dos pilares da consistente campanha inglesa neste Mundial dos EUA / Reprodução

“Jude tem competido neste Mundial no seu mais alto nível e demonstrando muita força mental”, disse sobre o camisa 10 o goleiro Jordan Pickford, na zona mista.

‘Hey, Bellingham’

Não por acaso, o hit mais cantado pela eufórica torcida inglesa, em Miami, tenha sido a balada “Hey Jude”, dos Beatles, entoada para reverenciar o craque. E recebeu um abraço e elogios do artilheiro da Noruega, Erling Haaland, seu ex-companheiro nos tempos em que os dois atuaram juntos na Alemanha, no Borussia Dortmund.

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Com o moral em alta, Bellingham não teve problemas em peitar o técnico Thomas Tuchel, que disse que o desempenho de sua equipe contra a Noruega tinha sido “insuficiente”. “”Talvez ele não compreenda como é jogar nessas condições (de calor úmido em Miami), contra Haaland, Odegaard, Nusa, Sörloth… Eles não são um time nada fácil de se enfrentar”, retrucou Bellingham.

O próximo duelo de Bellingham já tem data agendada: será dia 15 de junho, quarta-feira, contra a Argentina, de Lionel Messi, em Atlanta. É a quarta vez na sua história que os ingleses chegam a uma semifinal, após 1966 (quando venceram seu único título mundial, em casa), 1990 e 2018. Se depender de seu craque e artilheiro providencial, a final em Nova York poderá se tornar uma realidade para o craque e seus companheiros.

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