A era Fernando Diniz no Parque São Jorge vai ganhar seu terceiro capítulo nesta quarta-feira, às 21h30: o Corinthians enfrenta o Independiente Santa Fe, da Colômbia, pela 2ª rodada da Copa Libertadores, na Neo Química Arena. O treinador está invicto e mudou a maneira de o time atuar após a saída de Dorival. Contudo, o Corinthians não vence em sua casa desde fevereiro. Diniz quer mudar isso.
O Corinthians é o pior mandante do Brasileirão com um aproveitamento de apenas 27,7%. Líder do Grupo E da competição sul-americana, o time de Fernando Diniz quer encaminhar sua classificação para a segunda fase e a esperança de gols é um jovem formado nas divisões de base do clube que não vinha encontrando seu espaço. O atacante Kayke ganhou a titularidade desde a chegada do novo treinador e vem chamando atenção por seu desempenho no setor ofensivo.

Aos 21 anos, ele virou uma espécie de “talismã” do treinador. Marcou o gol da vitória sobre o Platense, da Argentina, e atuou como ponta-esquerda ao lado de Yuri Alberto. “O Kayke jogou futebol de salão com um dos meus filhos. Gostei do primeiro treinamento, coloquei para revezar e, no segundo, escolhi para ele começar. Tem muito talento. Espero que ele mantenha o rendimento”, reconheceu o comandante.
Um novo estilo
O chamado “Dinizmismo” ainda não foi totalmente implantado no Parque São Jorge, uma vez que Diniz começa a trabalhar o seu estilo de jogo. Os jogadores se aglomeram em um setor do campo para criar superioridade numérica com toques curtos e rápidos. Dessa forma, o time abandona a rigidez das posições. Dorival priorizava o equilíbrio defensivo e o jogo de posição.
SIGA THE FOOTBALL
Facebook
Instagram
Linkedin
Threads
Um jogador que ganhou maior liberdade foi o meia argentino Rodrigo Garro. Ele flutua por todo o campo e pressiona a saída de bola. “Garro não precisa jogar só de camisa 10, e já jogou em outras posições na Argentina e na divisão de base”, explicou Diniz. A ideia é que o meio-campista ganhe cada vez mais protagonismo.





