Estêvão tem sido mais decisivo do que Vini Jr. na seleção brasileira. Isso é ótimo. Porque dessa forma, o Brasil terá dois excelentes jogadores abertos pelas pontas na Copa do Mundo. Carlo Ancelotti já conhece bem o atacante do Real Madrid e sabe do seu potencial. Mas está encantado com o garoto que deixou o Palmeiras para jogar no Chelsea com 18 anos. Também no clube inglês, após alguns meses sob o comando de Enzo Maresca, Estêvão começa a cavar o seu espaço e a arrancar suspiros do torcedor.

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Mas a seleção brasileira ainda busca uma forma de atuar pelo centro do ataque. Ancelotti não está seguro de usar um atacante fixo, nem encontrou esse jogador com clareza. Nesta terça-feira, em Lille, ele vai olhar Vitor Roque por alguns minutos. Mas sua preferência tem sido por um atacante de mais mobilidade, para atuar ao lado de um armador, que pode ser Rodrygo ou Paquetá, com a chegada dos volantes.

Estêvão, atacante do Chelsea, cava o seu espaço na seleção brasileira e convence o técnico Carlo Ancelotti / CBF

Estêvão ainda não é dono da posição como parecer ser Vini Jr. Ele tem concorrência pesada, como Luiz Henrique e até Raphinha, que pode atuar pela direita também e que compete no The Best da Fifa deste ano. Mas a juventude do garoto tem empolgado o treinador, assim como os seus gols. Já são cinco. Contra Senegal, um bom teste do Brasil em Londres no sábado, o menino prodígio fez o primeiro gol. Estêvão é nome na lista de Ancelotti desde que assumiu o comando do time no lugar de Dorival Jr.

Último amistoso do ano

O Brasil faz em Lille sua última partida no ano, mas longe daquele climão de fim de festa. Ancelotti quer aproveitar cada minuto junto com os jogadores porque ele entende ser curto o tempo até a Copa do Mundo. O treinador também já disse que os testes acabaram e agora ele busca ajustes finos, padrão de jogo, uma defesa sólida e um meio de campo marcador.

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Depois do jogo contra a Tunísia, a seleção só voltará a se encontrar em março, já com a lista de Ancelotti pronta para a Copa do Mundo. Da relação de 50 jogadores, ele vai tirar 26. Portanto, o seu caminho agora é o inverso. Ele já viu quem tinha de ver. Ancelotti começa a pensar nos cortes, em quem ele vai deixar para trás.

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