O encerramento de 2025 traz um veredito incontestável assinado pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS): o futebol do Brasil dominou completamente a América do Sul. Flamengo (1º), Palmeiras (2º), Fluminense (3º) e Botafogo (4º) formaram uma espécie de G4 brasileiro no ranking divulgado pela entidade, que compreende o desempenho das equipes entre dezembro de 2024 e novembro de 2025.
Quarteto de ferro
O Flamengo, campeão da Libertadores e do Brasileirão e que acaba de renovar contrato do técnico Filipe Luís, reassumiu o posto de melhor time sul-americano do ano. Com 400 pontos na conta, os cariocas ainda aparecem na 8ª colocação do ranking mundial, fazendo companhia ao Palmeiras entre os dez melhores do planeta. O time de Abel Ferreira, por sua vez, garantiu a segunda posição continental (9º no mundo) com 378 pontos. O Palmeiras manteve a regularidade que o caracterizou nos últimos tempos.
Abaixo da dupla que dominou a última década, o futebol carioca reafirma sua força atual no cenário sul-americano: o Fluminense termina 2025 como o 3º melhor clube da América do Sul (14º no mundo), seguido de perto pelo Botafogo, que ocupa o 4º lugar (24º mundial).

A liderança brasileira fica ainda mais evidente quando se olha para os vizinhos do continente. O primeiro clube não brasileiro a figurar na lista é o Racing, da Argentina, apenas na 5ª posição, com uma distância considerável de 234 pontos dos brasileiros. Outros gigantes tradicionais, o River Plate (9º) e o Atlético Nacional (6º), por exemplo, lutam para acompanhar o ritmo financeiro e técnico imposto pelo Brasil.
TOP 10 do ranking da IFFHS
- Flamengo: 400 pontos
- Palmeiras: 378 pontos
- Fluminense: 314 pontos
- Botafogo: 264 pontos
- Racing (ARG): 234 pontos
- Atlético Nacional (COL): 229,5 pontos
- LDU (EQU): 216,5 pontos
- Atlético-MG: 216 pontos
- River Plate (ARG): 210 pontos
- Lanús (ARG): 208 pontos
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Como é feita a conta?
Os critérios da IFFHS para montagem do ranking levam em consideração vitórias e o nível de dificuldade das competições nacionais e internacionais. A presença massiva de brasileiros no topo da lista reflete diretamente o peso do Brasileirão e a recorrência dessas equipes nas fases finais da Libertadores e da Copa Sul-Americana.





