O Chelsea contou com um garoto de Xerém para eliminar o Fluminense do Mundial de Clubes da Fifa. João Pedro chegou de Ribeirão Preto para tentar a carreira na escolinha de base do Flu quando tinha 9 anos. Quase não deu certo, até que um treinador do sub-17 tentou testá-lo como atacante. Aos 23 anos, João Pedro jogou no clube das Laranjeiras até 2019, antes de ser negociado com o futebol inglês. Ele foi inscrito no Chelsea na semana passada. Ele usa o seu passaporte italiano porque é casado com uma italiana. O jogo com o Fluminense foi o seu segundo com a camisa do clube.

Garoto das bases

A formação, o amor e gratidão pelo time do Rio impediram que ele comemorasse os dois gols que fez na semifinal do Mundial, eliminando o Fluminense da competição nos Estados Unidos. O time ganhou por 2 a 0.

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Foi dessa forma, com dois gols de um garoto formado em suas bases, que o Fluminense deu adeus ao Mundial. O destino costuma pregar muitas peças. O futebol sempre foi um prato cheio para essas histórias. João Pedro assinou com o clube de Londres recentemente. Ele foi o último jogador a se juntar ao time inglês para o Mundial. Já tinha jogado contra o Palmeiras e agora marca duas vezes, um gol em cada tempo, para mandar o Fluzão para casa.

João Pedro, atacante do Chelsea e formado em Xerém, marca dois gols e elimina o Flu do Mundial de Clubes / Chelsea

O Chelsea conseguiu, portanto, a façanha de eliminar dois clubes brasileiros. O primeiro foi o Palmeiras. E olha que o calor no MetLife Stadium, em New Jersey, estava insuportável, na caso dos 34 graus, sem vento e com umidade do ar em 46%. Era difícil até de respirar. Foi dessa forma que o Chelsea conduziu sua passagem para a final do Mundial de Clubes. Com cautela. O time inglês esteve em ritmo abaixo do que mostrou diante do Palmeiras, por exemplo, em função da alta temperatura. Havia 70.556 pessoas no estádio.

O Flu foi empurrado para trás

O Fluminense bem que tentou, teve uma chance de empate ainda no primeiro tempo, tirada em cima da linha por Cucurella, e um pênalti de mão na bola que seria marcado com muita facilidade no Brasil, mas que foi anulado pelo juiz ao interpretar nas imagens do VAR que o lance foi natural. Ainda assim, no intervalo, Thiago Silva tentou argumentar com o árbitro.

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O Chelsea teve a bola e o domínio do jogo durante os 90 minutos. Jogou em ‘marcha lenta’, mas nunca perdeu o controle da partida. Assim, o Flu foi empurrado para trás e ficou a maior parte do tempo correndo atrás dos marcadores e da bola. Não dava para exigir muito mais do time de Renato Gaúcho. A diferença técnica era gigantesca. Portanto, o Chelsea está na final do primeiro Mundial de Clubes da Fifa. Aguarda agora pelo finalista de Real Madrid e PSG, que jogam nesta quarta-feira.

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