O torcedor do São Paulo esperava mais do seu time na estreia da Copa do Brasil. Muito mais. Ele queria deixar o Morumbis com a certeza de vaga assegurada. Com gol de Luciano ainda no primeiro tempo e boa parte da etapa final com um jogador a mais depois da expulsão do lateral Diogo Barbosa, revisado pelo VAR, o que se imaginava era um abafa. O abafa até teve. O que faltou foi qualidade técnica para aumentar a vantagem.

O Juventude foi um time fraco e fragilizado. Mas o São Paulo ganhou apenas por 1 a 0 e deixou tudo aberto para a partida de volta, em Caxias do Sul.

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Foi um festival de jogadas criadas e de gols desperdiçados, de todos os jeitos, gostos e lugares. Até de pênalti. Teve protesto contra Roger Machado e o diretor executivo Rui Costa, mas quem errou mesmo foi o time dentro de campo. Engrossou feio. Calleri errou uma conclusão na cara do gol, de frente à meta do goleiro Pedro Rocha. Como todas as outras chances, dele e dos companheiros, o atacante mandou a bola para fora. Não havia resistência do Juventude nem marcação adequada, muito menos perigo de gol.

Luciano marcou o único gol do São Paulo na vitória sobre o Juventude por 1 a 0 no Morumbis / SPFC

A sorte e a falta de pontaria dos tricolores foram as duas melhores armas do visitante. Luciano disse que Roger deixou tudo desenhado para eles. “Os jogadores foram os maiores culpados”, disse. Culpados pela vitória por 1 a 0 apenas.

Pé torto

Por isso que o torcedor são-paulino foi se irritando. Com o time e com finalizações. O desânimo foi tomando conta dos atletas. Roger fez as modificações necessárias no segundo tempo com a certeza de que os atletas acertariam o pé. Não acertaram. Ele foi criticado quando tirou Luciano, autor do gol da vitória.

Calleri errou pênalti

O São Paulo alugou o campo do Juventude. Usou das beiradas do campo para abrir vantagem e mandar a bola na área. Foi assim que saiu o gol de Luciano após cruzamento de Artur. O São Paulo teve duas dezenas de finalizações, com quase 50% delas no alvo. A bola não saía dos pés dos seus jogadores, com mais de 65% de posse. Mesmo assim, o time sofria para fazer o segundo gol. E não fez.

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Aos 42 minutos, a bola bateu no braço do Léo Índio dentro da área. O VAR entrou em cena. O árbitro Lucas Paulo Torezin marcou o pênalti depois da revisão. Calleri bateu e errou. Não era mesmo noite do argentino. O atacante completou nesta terça o seu jogo de número 250 com a camisa do clube. Parou na boa defesa de Pedro Rocha A vitória foi vaiada.

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