O Fluminense está mais rico. A vaga na semifinal do Mundial de Clubes da Fifa deu ao clube de Renato Gaúcho, Arias, Thiago Silva e companhia a premiação de US$ 21 milhões, o equivalente a R$ 115 milhões. Com isso, o clube do Rio já tem acumulado desde o início da competição R$ 335 milhões. Não é pouco dinheiro e o melhor de tudo é saber que se trata de dinheiro novo, daqueles que não estão previstos nas receitas da temporada.

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O valor foi ganho em 15 dias de trabalho apenas. A nível de comparação, o Fluminense fez receita de R$ 684 milhões no ano passado, de acordo com o seu balanço oficial. Se chegar à final, o bolada cresce mais US$ 30 milhões para o vice-campeão e US$ 40 milhões para o vencedor. É preciso saber ainda o tamanho da mordida dos ‘falcões americanos’ pelos impostos.

Fluminense agradece pela partida diante do Al-Hilal: vitória por 2 a 1 e vaga na semifinal do Mundial de Clubes / Fluminense

É claro que a façanha esportiva move o torcedor, ou seja, a classificação entre os quatro melhores do Mundial da Fifa é algo extraordinário para o Fluminense e para a sua apaixonada torcida, que sempre acreditou no time nos Estados Unidos, mesmo não sendo o tricolor carioca o mais favorito dos quatro brasileiros que vieram para a competição.

Conceitos derrubados pelo Flu

O Flu está no Mundial porque ganhou a Libertadores de 2023, sob o comando de Fernando Diniz. Mas agora, quem comanda o time é o falastrão, no bom sentido, Renato Gaúcho, que esbanja confiança e sabe como mexer com o brio de seus jogadores, além de provar que também é um estrategista do futebol.

A façanha de Renato e do Fluminense no Mundial vai ecoar pela eternidade. O Flu segurou o Borussia Dortmund quando ninguém acreditava. Derrubou a Inter de Milão quando parecia tarefa impossível. E despachou a sensação Al-Hilal depois de o time saudita ganhar do Manchester City, de Pep Guardiola. Convenhamos, não é pouco.

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Não importa o que acontece de agora em diante no Mundial. O Flu ganhou respeito internacional, apresentou suas cores ao mundo, teve seus jogadores reverenciados, como Arias, Thiago Neves, Ignácio, Fábio, Cano, Hércules… e ainda reformulou conceitos perdidos sobre a qualidade dos técnicos brasileiros. O melhor de tudo isso é que a competição ainda não acabou para o time das Laranjeiras. O torcedor precisa desfrutar disso.

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