O Palmeiras denunciou neste domingo, por meio de suas redes sociais, um ataque cometido por “vândalos” na Academia de Futebol da Barra Funda, com ameaças aos jogadores que estavam concentrados e aos colaboradores. O Palmeiras enfrenta neste domingo o Ceará pelo Brasileirão no Allianz Parque a partir das 16 horas. O elenco estava concentrado no local. Não houve feridos. VEJA UMA DAS IMAGENS.

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Mas o clube relata que houve risco contra a integridade física dos atletas e de funcionários. Informa que “por sorte” ninguém se feriu. “Bombas e rojões” foram arremessadas contra o Centro de Treinamento. Isso nunca havia acontecido antes. Os fogos de artifícios são usados pelos torcedores no futebol. O Palmeiras comparou o episódio a “atentados terroristas” e lembrou a emboscada feita pela Mancha Alviverde contra torcedores do Cruzeiro na Rodovia Fernão Dias, que resultou na morte de um torcedor do clube mineiro e na prisão do presidente da torcida organizada do time paulista.

VEJA OUTRA IMAGEM DOS ATAQUES

Do lado de fora da Academia, vândalos atacam o CT com fogos de artifícios antes do jogo do Palmeiras / Reprodução

A diretoria do Palmeiras chamou a polícia imediatamente e vai entregar todas as imagens do circuito interno de TV da Academia para as investigações. O clube cobra providências urgentes dos órgãos competentes. Um Boletim de Ocorrência foi aberto. Na última quarta-feira, quando perdeu para o Corinthians dentro do Allianz Parque, pela Copa do Brasil, torcedores organizados xingaram os jogadores, a presidente Leila Pereira, os dirigentes e o técnico Abel Ferreira. Houve cobranças em tom de ameaças. O Palmeiras não fez qualquer acusação. 

Palmeiras pede providências

Em nenhum momento em seu comunicado, o Palmeiras chamou esses “vândalos” de torcedores. Mas o clube exige que a polícia de São Paulo investigue e prenda todos eles. O Palmeiras condenou a atitude e disse que o futebol não pode se render a isso. O jogo contra o Ceará está mantido.

The Football condena violência

The Football compactua com o Palmeiras, de modo a também condenar toda a violência no esporte, sem abrir margem para qualquer justificativa nesse sentido. Futebol e violência não combinam. Essa é a opinião do The Football.

Leila Pereira: dirigente também foi xingada pela torcida após a eliminação do Palmeiras na Copa do Brasil / Palmeiras

NOTA INSTAGRAM DO PALMEIRAS

Durante a madrugada deste domingo (10), vândalos atacaram covardemente a Academia de Futebol do Palmeiras, colocando em risco a integridade física dos atletas e demais colaboradores do clube que estavam no local em regime de concentração para o jogo contra o Ceará, pelo Campeonato Brasileiro. Por sorte, ninguém se feriu.

Bombas e rojões foram arremessados contra o centro de treinamento do clube, em um atentado terrorista com características similares àquele ocorrido em outubro de 2024, quando marginais já identificados pela polícia assassinaram um torcedor do Cruzeiro na Rodovia Fernão Dias.

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O Palmeiras não se intimidará diante dos atos violentos praticados por um grupo de criminosos e irá até o fim para que os responsáveis sejam punidos com o rigor da lei. O clube já está em contato com a Polícia Civil e registrará Boletim de Ocorrência – todas as imagens registradas pelas câmeras de monitoramento da Academia de Futebol serão disponibilizadas aos investigadores.

Não podemos tolerar, muito menos normalizar, que o futebol se transforme em um ambiente cada vez mais tóxico, em que a paz esteja sob risco permanentemente. Neste sentido, o clube lamenta a conivência de diversos veículos de imprensa que, desde a véspera do último Derby, vêm dando publicidade – muitas vezes sem qualquer senso crítico – a ameaças feitas por indivíduos violentos que tentam se impor pelo medo.

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