O Flamengo fez uma partida comum, apenas para o gasto, longe do seu potencial contra o Cruz Azul. Jogou ssem encantar, mas o suficiente para ganhar do rival mexicano e se garantir na próxima rodada da Copa Intercontinental da Fifa, em Doha, no Catar. O Fla ganhou por 2 a 1, com dois gols de Arrascaeta. O primeiro passo foi dado.
O rival da estreia mostrou-se bem organizado e pressionou mais, mas não o suficiente para botar medo no adversário. Portanto, o time brasileiro tem margem para crescer na competição jogo após jogo, como gosta de dizer o técnico Filipe Luís.

O Flamengo tem jogadores acostumados a decidir torneios longos, médios e mais curtos, de pontos corridos e no sistema de mata-mata. Filipe Luís já viveu isso em seu primeiro ano como treinador, como no Estadual do Rio e também no Mundial de Clubes da Fifa, nos Estados Unidos, no meio deste ano, por exemplo. Ele sabe quando tem de acelerar e segurar. Poupar e pedir mais.
Últimas gotas de sangue
O problema são os riscos que o time corre. O Flamengo não correu riscos de gols na estreia, embora o rival do México tivesse uma chance em impedimento. Mas isso faz parte do jogo. O Fla fez a sua partida de número 75 no ano. São 21 jogos a mais do que o Cruz Azul. Portanto, é compreensível que todos estejam cansados e desgastados. O time dá suas últimas gotas de sangue na temporada. E já sabendo que as férias serão curtas.
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Com a classificação, o Flamengo ganhou mais alguns dias de treinos leves e mais descanso, em que todos estarão juntos na concentração. Sorrir é fundamental. Tirar o peso das partidas. Ajuda também o mental de um elenco estourado por tantos jogos, pressão e conquistas. Os dias até o jogo contra o Pyramids, sábado, darão mais confiança e perspectiva para o Flamengo. Filipe Luís não vai deixar ninguém pensar que o segundo jogo será mais fácil do que o primeiro. Porque, certamente não será.





