O Novorizontino faz uma campanha histórica no Campeonato Paulista e tem a chance de levantar a taça. Para isso, terá que derrotar o Palmeiras na final. O primeiro jogo é nesta quarta, dia 4, na Arena Barueri. O segundo está marcado para domingo, em Novo Horizonte. O time do interior joga a decisão em casa porque tem melhor saldo de gols do que o time de Abel. Além de derrubar um dos principais bichos-papões do futebol nacional, a quem goleou na primeira fase por 4 a 0, o Novorizontino tem de “botar abaixo” também o abismo de cifras entre as equipes.
O site especializado em mercado Transfermarkt aponta o clube de Novo Horizonte com um elenco avaliado em 11,4 milhões de euros – aproximadamente R$ 69,6 milhões. Já o Palmeiras, que vive uma fase de equilíbrio de contas e capacidade de investimento como nunca antes, tem um grupo avaliado em 213,1 milhões de euros, o equivalente a R$ 1,3 bilhão. Isso significa dizer que o valor do elenco de Abel é 18,6 vezes maior do que o do Novorizontino.

Na peneira dos atletas da decisão estadual, o Top 3 dos mais valiosos é formado pelos palmeirenses Vitor Roque, Flaco López e Andreas Pereira. O Tigrinho dispara nas cotações, com R$ 213 milhões na etiqueta, diante de R$ 122,2 milhões do companheiro argentino e de R$ 91,6 milhões do meio-campista.
Rômulo é o mais caro
Do lado do Novorizontino, o jogador que tem mais valor de mercado é Rômulo, na casa dos R$ 11 milhões. Só que tem um porém: o meia é jogador do Palmeiras e está emprestado ao clube rival, que precisará pagar multa se quiser contar com o destaque da equipe no campeonato. De acordo com o contrato, o custo é de R$ 1 milhão para cada jogo da decisão.

Na quarta rodada da fase inicial do Paulistão, o Novorizontino recebeu o Palmeiras no Jorge Ismael de Biasi e goleou de forma impiedosa: 4 a 0. É difícil não lembrar da surra agora na decisão, mas vale lembrar que o time de Abel jogou com um time misto, quase reserva, e ainda estava retomando a temporada. De lá para cá, o Palmeiras melhorou muito.
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O Novorizontino eliminou o Santos e depois o Corinthians, ambos em jogo único em seu estádio, para chegar à segunda final de sua história. A primeira foi em 1990, diante do Bragantino. Ou seja, contando com a vitória diante do Palmeiras, o time do interior ganhou dos três gigantes do Estado, mesmo com pouco dinheiro, atletas menos valorizados, mas com muita vontade.





