Não foi um título marcante, mas o Botafogo fez a sua parte e venceu o Bangu com facilidade por 3 a 1 para conquistar a Taça Rio neste sábado no Engenhão. A competição reuniu as equipes que foram derrotadas nas quartas de final do Estadual. O técnico Martín Anselmi escalou um time alternativo composto por atletas da base. Ele “testou” alguns outros jogadores mais experientes, como Edenílson e os atacantes Joaquín Correa e Arthur Cabral.

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O Fogão começou a partida de maneira tímida e com pouca inspiração. A jogada do primeiro gol nasceu de uma tabela entre Edenílson e Arthur Cabral. O centroavante dominou dentro da área e rolou para o veterano bater rasteiro no cantinho. O alvinegro ainda insistiu outras vezes na primeira etapa, mas parou no goleiro Bruno. No segundo tempo, o Botafogo evoluiu e buscou o gol de maneira mais incisiva. Pareceu um treino para desafios maiores do clube de General Severiano. A promessa Caio Valle ampliou a contagem e Joaquín Correa, de pênalti, fez o último do Glorioso.

Caio Valle marcou o segundo gol do Botafogo neste sábado na vitória do alvinegro contra o Bangu por 3 a 1  / Botafogo

Mas o Bangu descontou com Luizinho numa saída errada do Botafogo. Um problema que precisa ser resolvido por Anselmi. O próprio torcedor botafoguense não se interessou pela partida. Pouco mais de 6 mil espectadores compareceram à final da competição. Desde 2021, a Taça Rio é disputada pelos clubes que não avançam para a fase final do Cariocão. Nesse período, o Botafogo já venceu a disputa de consolação três vezes: 2023, 2024 e agora em 2026. O Carioca será decidido neste domingo, entre Flamengo e Fluminense.

Estadual irregular

O Botafogo encerrou o Estadual sem vencer clássicos. Essa condição faz ligar o sinal de alerta porque o Brasileirão é cheio deles, contra rivais do Rio e de São Paulo, por exemplo. O time foi o primeiro colocado do Grupo B, com nove pontos. Nos primeiros jogos, utilizou uma equipe sub-20. O Fogão foi eliminado nas quartas de final pelo Flamengo.

O planejamento da comissão técnica era priorizar o Brasileirão e a Libertadores. Na competição nacional, o time carioca ocupa a modesta 14ª colocação, com três pontos em uma campanha ainda fraca: uma vitória e duas derrotas.

Foco na Liberta

Martín Anselmi priorizou a Copa Libertadores da América e mandou um time alternativo para a final da Taça Rio / Botafogo

O técnico Martín Anselmi terá os titulares na partida da próxima terça-feira contra o Barcelona, de Guayaquil, no Engenhão. A equipe carioca empatou a partida de ida no Equador por 1 a 1 e precisa de uma vitória simples para avançar à fase de grupos da Libertadores. O derrotado do confronto vai automaticamente para a Sul-Americana. A expectativa para o jogo da volta é de casa cheia, com diversos setores do estádio já esgotados antecipadamente. A Taça Rio serviu para treinar algumas situações de jogo do Botafogo e dar minutagem para alguns jogadores.

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Nomes de destaque do primeiro confronto, como o zagueiro Bastos, o volante Danilo e o atacante Matheus Martins, poderão atuar pelo time brasileiro normalmente. O treinador argentino deve escalar uma equipe ofensiva, mas segura. Caso confirme a classificação, o clube ganha US$ 1 milhão (R$ 5,15 milhões) em premiação.

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