Calleri fez o segundo gol da vitória do São Paulo na virada contra o Red Bull Bragantino. O gol foi de cabeça. Com o resultado, o time confirmou a boa fase e se manteve no topo da tabela do Brasileirão, agora com dezesseis pontos. As redes sociais explodiram de alegria e provocação: “segue o líder”. O Tricolor soma cinco vitórias e um empate. Roger Machado ganhou a segunda partida seguida. A torcida já se dobrou ao seu trabalho.
Após seis rodadas, São Paulo e Bahia são os únicos clubes que permanecem invictos na competição. Mas o Bragantino começou a partida deste domingo muito melhor e abriu o placar logo de cara no Estádio Cícero de Souza Marques. A bola sobrou para Herrera bater rasteiro após um escanteio.

Mas o clube do Morumbi mudou de postura na segunda etapa. Danielzinho cruzou para a área em cobrança de falta. Sabino acertar um chute de primeira. O empate já era um bom resultado fora de casa. Mas o São Paulo conseguiu virar o jogo em uma jogada que começou com Marcos Antônio. Ele passou para Lucas Ramon, que enganou o defensor e cruzou para Calleri. O atacante argentino não deixou passar.
Importância da virada
O oportunismo do centroavante argentino, a raça de Sabino e a técnica de Marcos Antônio foram fundamentais na reação são-paulina. Roger Machado começa a dar a sua cara ao São Paulo. Ele destacou ter orientado a equipe no intervalo sobre a opçao da bola parada como caminho para os gols.

O treinador enfatizou a capacidade de o time buscar o resultado mesmo perdendo na casa do rival. Roger voltou a dizer o discurso que a diretoria quer ouvir. Pela grandeza do São Paulo, o foco deve ser sempre o primeiro lugar, as vitórias e as conquistas. “A gente não se abateu após o gol sofrido. O time teve maturidade para entender o jogo, manter o plano e buscar o resultado. Virar um jogo contra um adversário qualificado mostra a força do time”, disse o treinador.
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Roger Machado gosta também de dar autonomia para os seus jogadores. Ele afirmou que gosta de atletas como Calleri. O atacante precisa se sentir parte da estratégia. “Na beira do campo, eu me pergunto o que eles estão sentindo, se o ajuste que planejei está funcionando. Essa autonomia gera confiança para eles decidirem dentro de campo”.





