O Palmeiras sondou uma possível negociação com o Atlético Mineiro envolvendo o atacante Hulk até o fim do ano. O acordo, portanto, seria de apenas seis meses. Também conversou com os representantes do jogador. Mas o negócio não andou por dois motivos: as condições exigidas pelo clube de Minas Gerais e a pedida salarial do atacante de 39 anos. Hulk quer ganhar R$ 2,5 milhões por mês e ter um contrato até o fim do mandato de Leila Pereira, em dezembro de 2027. Esse valor representa R$ 700 mil a mais do que ele ganha em Minas. O Palmeiras achou muito dinheiro.
A diretoria do Atlético também pediu alto: R$ 5 milhões de euros, o equivalente a R$ 27 milhões. Ocorre que o clube de Belo Horizonte queria ainda dois jogadores do elenco de Abel Ferreira: Luighi e Jefté. As conversas pararam aí.

A diretoria do Palmeiras queria um jogador para “fazer” barulho, capaz de motivar o torcedor e impulsionar as marcas parceiras do clube. Hulk foi pensado com esse propósito. Dentro de campo, ele ocuparia o lugar que deveria ser de Paulinho, que ainda não voltou apesar do iminente retorno em maio. Hulk vai completar 40 anos. Ele seria um bom reforço para Abel na Libertadores. Seria também o que se resolveu chamar no Palmeiras de “negócio de ocasião”.
Condição diferente no Flu
Como o acerto não andou, o atacante mantém as negociações com o Fluminense, mas com bases diferentes. A sondagem do Palmeiras pode atrapalhar o interesse do Flu. Parece certo que o jogador não ficará no Atlético. Nesta segunda-feira, ele treinou separado do elenco e das atenções do técnico Eduardo Rodríguez.
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Hulk aceitaria abrir mão dos pedidos anteriores para assinar um contrato de duas temporadas com o Fluminense. Por isso ele não jogou no domingo. Se entrasse em campo, não poderia atuar por outro clube no Brasileirão. Em junho, ele já pode fazer um novo pré-contrato. Se não vender o atleta agora, o Galo corre risco de não receber nada pelo jogador no fim da temporada.





