A jornada de sábado, dia 13, é um dos pilares desta fase inicial da Copa do Mundo. A seleção brasileira inicia sua trajetória diante de Marrocos, às 19h de Brasília, em uma partida que serve como termômetro para as ambições do time neste Mundial.

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Após um ciclo de trabalho pautado pela busca de equilíbrio tático, com a chegada de Carlo Ancelotti e uma nova filosofia de trabalho, o Brasil chega com a necessidade de converter sua qualidade individual em domínio territorial, superando uma equipe marroquina que se destaca pela organização defensiva e pela transição rápida.

O objetivo brasileiro é claro: impor o ritmo e conseguir uma apresentação segura e com vitória, garantindo pontuação e gerando a confiança que vai proporcionar tranquilidade para os próximos compromissos dentro do Grupo B, que ainda tem Escócia e Haiti. Aliás, os dois também estarão em campo logo depois do compromisso brasileiro, precisamente às 22h.

Lawrence Shankland é um dos destaques da Escócia, que divide o Grupo C com o Brasil / Instagram/@lawrenceshankland

O confronto coloca em choque filosofias de jogo antagônicas. A seleção escocesa do técnico Steve Clarke é caracterizada pela organização tática e tem muita força física e nas jogadas aéreas, capitalizando sobre sua superioridade em estatura para pressionar a defesa haitiana via cruzamentos e jogadas de bola parada. Do outro lado, o Haiti retorna ao Mundial depois de 52 anos e entra em campo com a proposta de transição rápida e mobilidade como suas principais ferramentas para neutralizar o vigor rival e surpreender.

Programação completa

Outros dois jogos movimentam o sabadão para o “esquenta” e o “pós” da seleção brasileira. A partir das 16h, a bola rola para Qatar e Suíça, no complemento da 1ª rodada do Grupo B, que já teve Canadá e Bósnia em ação. A expectativa é de que os suíços dominem as ações no meio-campo, utilizando uma circulação de bola mais pragmática para tentar desarticular o sistema de marcação qatari. Do outro lado, a aposta na resiliência e no aproveitamento cirúrgico dos espaços deixados pelo adversário.

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Já avançando na madrugada de domingo, quando o relógio bater 1h, Austrália e Turquia fazem suas estreias no Grupo D, o mesmo de Estados Unidos e Paraguai. A seleção australiana, treinada pelo ex-zagueiro Tony Popovic, busca ao menos igualar seu recorde em mundiais, que foram as oitavas de final, em 2006, na Alemanha, e em 2022, no Catar. Em contrapartida, a Turquia tem uma história mais rica e ostenta um histórico 3º lugar na Copa do Mundo de 2002, na Coreia do Sul e no Japão. É amplamente favorita no confronto.

IA com edição do The Football.

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