De Al-Rayyan

De um lado o Flamengo, a melhor equipe sul-americana de 2025, do outro o Paris Saint-Germain, o campeão da Liga dos Campeões da Europa: eis a final que os apaixonados por um bom jogo de futebol, desde o princípio, torciam que acontecesse na Copa Intercontinental.

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Entretanto, para chegar até esse desfecho, o time rubro-negro teve de enfrentar um percurso cansativo. Apesar de toda a tradição dos clubes da América do Sul e de seus tantos jogadores fora de série, que fizeram a história do futebol, a recente coleção de fracassos dos sul-americanos contra equipes africanas, asiáticas e da América do Norte, acabou fazendo com que os cartolas da Fifa rebaixassem os atuais campeões da Copa Libertadores da América: em vez de terem o privilégio de disputar apenas uma partida de semifinal, na Copa Intercontinental, tiveram o seu percurso esticado.

Arrascaeta conduz o Flamengo na vitória sobre o Pyramids: camisa 10 se prepara agora para o jogo com o PSG / Flamengo

Assim, coube ao Flamengo encarar uma maratona desgastante, com dois jogos em quatro dias, para medir forças contra o Cruz Azul, do México, e o Pyramids, do Egito, antes da aguardada decisão diante da melhor equipe europeia. Missão cumprida pelos flamenguistas, sem maiores sustos nos dois jogos que disputaram em um quase vazio Estádio Ahmed-bin-Ali, em Al-Rayyan.

O que Arrascaeta disse

“Nosso objetivo era chegar à final (da Copa Intercontinental)”, disse o uruguaio Giorgian De Arrascaeta, na zona mista do estádio em Al-Rayyan. “Agora, teremos pela frente um grande rival, o PSG, que respeitamos muito, mas temos de pensar em nós.”

Para Arrascaeta, a prioridade dele e de seus companheiros nas próximas horas será recarregar a energia. “Agora, é descansar, para podermos chegar no nosso melhor possível para um grande jogo”, disse o camisa 10 rubro-negro. “Temos um grupo muito maduro, com jogadores experientes: será uma final, um jogo que precisaremos caprichar.”

A volta de Pedro

O centroavante Pedro também encara a final contra o Paris Saint-Germain com otimismo e muita expectativa. Por causa do tratamento de uma fratura no antebraço direito, ocorrida durante a semifinal da Libertadores, contra o Racing, da Argentina, seguida de uma lesão muscular na coxa esquerda, ele voltou a entrar em campo contra o Pyramids depois de 52 dias afastado. OK, foram apenas cerca de cinco minutos, mas foi o suficiente para deixá-lo otimista.

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“Estou recuperando a minha confiança: fiz apenas dois treinos, mas estou bem, apto para jogar a final de uma competição tão importante e pronto para ajudar o Flamengo”, disse. “Agradeço ao (pessoal do) Departamento Médico e aos fisioterapeutas que trabalharam diariamente comigo para eu conseguir estar no meu melhor.”

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