O Palmeiras não vê a hora de voltar para o Allianz Parque. São dois meses jogando na Arena Crefisa Barueri, de propriedade da presidente Leila Pereira. O estádio é bom, segundo disse Abel Ferreira, mas nem se compara ao Allianz. O clube trabalha com a ideia de “condição improvável” de disputar a final do Paulistão em sua casa caso passe pelo São Paulo no fim de semana. São duas datas para a decisão do Estadual paulista: 4 e 8 de março.

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O time de Abel ainda não sabe o que é atuar neste ano no Allianz Parque. No Estadual, na fase classificatória, foram quatro partidas em Barueri. O time também fez o jogo das quartas de final no estádio de Leila, que é usado pela base e pela equipe feminina do Palmeiras. A arena foi reformulada em todos os setores, tem capacidade para 30 mil e tem gramado sintético.

Palmeiras espera ter de volta o seu estádio para as partidas da temporada 2026 o quanto antes / Allianz Parque

O Palmeiras joga sem custo na Arena Barueri. Também há um acerto de renda para que o clube não perca dinheiro. Enquanto o gramado do Allianz é trocado (a obra começou no fim do ano passado), a arena recebe outras atividades normalmente, o que também ajuda o clube em suas receitas anuais. Conforme informou The Football, o Palmeiras teve mais de R$ 60 milhões vindos dos eventos do estádio.

Pequena possibilidade no Estadual

Existe uma pequena possibilidade de o Allianz acelerar os trabalhos e as condições da grama artificial para a primeira quinzena de março, quando o time começa sua caminhada na Libertadores e volta a jogar a Copa do Brasil. Mas ninguém arrisca a dizer que o estádio ficará pronto para uma eventual final do Paulistão.

O que Abel faz é convocar o torcedor para apoiar o time mesmo em Barueri, de modo a minimizar o fato de ter de atuar fora de sua casa em partidas importantes da reta final do Paulistão e como mandante no Campeonato Brasileiro. Barueri não é nem nunca será a arena do Palmeiras, mas o torcedor entendeu o recado do técnico. É mais longe, o torcedor gasta mais dinheiro, mas entendeu a necessidade da equipe.

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A obra no Allianz Parque está atrasada. As chuvas atrapalharam os trabalhos. A diretoria do Palmeiras aguarda ansiosamente pela devolução do seu estádio, mas não vai comprar brigas em público. O vice-presidente Paulo Buosi disse nesta segunda-feira, na sede da Federação Paulista, que espera que todo o trabalho no gramado seja feito da melhor maneira possível. Há um incômodo, mas o momento entre o clube e a WTorre é de harmonia e as partes não querem perder isso.

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