Abel Ferreira foi liberado pela direção do Palmeiras após a vitória sobre o São Paulo no Morumbis. Alegou problemas pessoais para resolver. Ele vai para Portugal nesta data-Fifa. Também não falaria porque foi expulso. Coube então ao auxiliar técnico João Martins falar em nome do clube. E falou bobagem.

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O clima deveria ser de celebração após o Palmeiras vencer o São Paulo por 1 a 0, em partida válida pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro, e se isolar na liderança da competição.

João Martins assumiu a coletiva de imprensa após o jogo por conta da ausência de Abel / Palmeiras

“Sabemos que foi o terceiro jogo com dois dias de intervalo entre cada partida. Sabemos do desgaste do campeonato. Estamos aqui há cinco anos e não é por acaso que estamos lutando sempre até o fim para sermos campeões. Saber defender ganha campeonato, e nós sabemos fazer isso muito bem. Nos preparamos bem para isso. No segundo tempo, queríamos ter feito o segundo e o terceiro gols, mas somamos os três pontos, que é o mais importante”, disse o auxiliar de Abel.

Fizemos o que foi preciso para ganhar. E se for preciso defender com 11, vamos defender com 11.
João martins

João Martins acusou a arbitragem brasileira e a CBF de armação nas partidas. Falou isso com todas as letras sem temer qualquer tipo de punição. Deixou claro haver no futebol nacional a “lei da compensação” dos árbitros. Não citou o nome de Anderson Daronco, o árbitro do jogo. Também comentou que tirou Andreas e Marlon Freitas porque eles estavam pendurados com o cartão amarelo.

Lei da compensação

“O Andreas levou aquele cartão para compensar o cartão do Enzo Díaz. Faz parte. Já sabemos como é que são as regras aqui (no Brasil). ‘Já que dei um amarelo ao São Paulo, vou ter que dar um amarelo ao Palmeiras’. Isso condiciona. Também não sei se houve uma indicação (externa, portanto da CBF) para equilibrar o jogo. Isso, às vezes, nos tira do sério. Uma coisa é certa: a ‘Lei da Compensação’ funciona muito bem. O futebol brasileiro é assim, não é só o Anderson Daronco, são todos os árbitros que gerem o jogo dessa forma. E pronto, estamos cá nós para nos adaptarmos”.

Flaco e Vitor Roque

João Martins também comentou sobre a dupla Vitor Roque e Flaco López. Eles não estão mais juntos como na temporada passada. “Se nós olharmos para os jogos do Paulista, houve alguns que experimentamos. Não é questão de inventar, como alguns falam, é experimentar, porque sabíamos que no futuro iria ser necessário. Então tivemos de fazer alguns testes. Nós sabemos que o Vitor Roque e o Flaco López não vão conseguir jogar os jogos todos neste calendário, os dois de início. Deus queira que estejam os dois muito bem no futuro, que nos deem mais opções, e ainda vão jogar muitas vezes juntos.”

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O auxiliar também admitiu as disputas internas no elenco por posição. Disse que isso ajuda a dar mais intensidade aos jogadores porque ninguém quer ficar fora. “Nós gostamos de disputas em todas as posições. Felizmente o Giay trabalha muito bem, tem 21 anos, tem muito para aprender, para evoluir. Mas já está completamente integrado no clube. O Khellven, no ano passado, jogou no sacrifício porque teve uma fratura no dedo do pé. Ainda bem que os dois têm tido um bom rendimento. Ou seja, dar dor de cabeça ao treinador é um bom sinal.”

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