Carlo Ancelotti, por ora, é a maior esperança do torcedor brasileiro de mudar a condição da seleção na Copa do Mundo de 2026 e também no ranking da Fifa. O Brasil já foi o primeiro. Já esteve também entre os três melhores. Mas agora está em posição intermediária. Ninguém leva muito a sério o ranking da Fifa, mas todos dão uma espiadinha e demonstram a sua indignação com a lista. A entidade leva em consideração os resultados das seleções em jogos oficiais.
Sempre há aberrações. Mas a lista nunca provocou discussões. Como o Brasil anda por baixo, qualquer posição mais perto do topo é motivo de certo alívio. A bem da verdade, a Copa do Mundo é a única competição que nos interessa, de fato. Mas para chegar lá, é preciso percorrer um caminho de boas partidas, coisa que a seleção não faz há anos. E mesmo assim, não há garantias de nada no Mundial. O Brasil já chegou credenciado, como em 2006, na Alemanha, e morreu na praia. Mas também já chegou sob o olhar desconfiado, como em 2002, na Coreia do Sul e Japão, e ganhou o penta.

Neste mês, dos últimos jogos das Eliminatórias e começo da disputa na Europa, a seleção brasileira aparece no ranking da Fifa em posição apenas intermediária, atrás de equipes de peso e todas credenciadas para ganhar a Copa de 2026. O Brasil cumpre tabela nesta quinta-feira, contra o Chile, no Maracanã. A seleção já está classificada. Será o primeio jogo de Ancelotti no estádio.
Veja o ranking da Fifa
10. Croácia – 1707.51 pontos
9. Alemanha – 1716.98 pontos
8. Bélgica – 1736.38 pontos
7. Holanda – 1758.18 pontos
6. Portugal – 1770.53 pontos
5. Brasil – 1777.69 pontos
4. Inglaterra – 1813.34 pontos
3. França – 1862.03 pontos
2. Espanha – 1867.09 pontos
1. Argentina – 1885.36 pontos





