A dívida aumenta e já são dez anos sem nenhuma conquista. Além disso, o maior jogador quer ir para a próxima Copa do Mundo e não consegue dar rumo à equipe. Dois anos atrás, o Santos estava na Série B e teme voltar para lá. O time está numa espécie de “poço sem fundo” na temporada. Após a derrota contra o Fluminense em casa, o alvinegro ocupa a preocupante 15ª colocação do Brasileirão, com 13 pontos, próximo da zona do rebaixamento.

“Se cair um raio hoje, cai dentro do gol do Santos. Porque foram três bolas no gol e entraram as três”, disse o auxiliar Cuquinha, responsável por conduzir a equipe na ausência do irmão, o técnico Cuca, diante do Fluzão.

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Os resultados pífios não se limitam à competição nacional. O time da Vila Belmiro também sofre na Sul-Americana. Ocupa a lanterna do Grupo D após duas rodadas: derrota para o Deportivo Cuenca, do Equador, e empate em casa com o fraquíssimo Deportivo Recoleta, do Paraguai. Mas nem por isso a comissão técnica pretende mudar a linha de trabalho realizada até o momento. O primeiro tempo diante do Flu foi bom. “Nós trabalhamos tudo que tinha de ser trabalhado. Vamos continuar e manter a confiança e a convicção no trabalho e no grupo”, disse Cuquinha.

Santos perdeu de virada para o Fluminense, na Vila Belmiro, por 3 a 2, na Vila: próximo da zona de rebaixamento / Santos

O diretor executivo Alexandre Mattos conversou com os jornalistas na Vila neste domingo. Ele defende que o elenco deveria brigar pelas primeiras colocações. Entretanto, Mattos mencionou que o clube enfrenta uma realidade financeira delicada, herança de gestões passadas e que exige “táticas de guerra” e soluções criativas.

Diretoria aposta em Cuca

O dirigente deu respaldo ao técnico Cuca, ressaltando que ele ainda não teve tempo para treinar devido ao calendário apertado. E defendeu Neymar das críticas da torcida. O dirigente afirmou que o camisa 10 está em evolução física e técnica. “A responsabilidade é minha e dos atletas, temos de dividir (esse fardo). O Cuca acabou de chegar. Temos uma confiança enorme nele. Na nossa avaliação, o time melhorou muito. É outro momento do Santos. Claro que tem coisas a serem corrigidas”, afirmou.

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Alexandre Mattos evitou criticar os jogadores do elenco, mas afirmou que está mapeando possíveis nomes para contratar no segundo semestre. As promessas são grandes e os resultados, por ora, pífios. “Os resultados são abaixo do que a gente esperava. A expectativa era que mudasse com os reforços, mas o coletivo ainda não está funcionando como a gente gostaria. Todo mundo precisa assumir as suas responsabilidades”, disse o dirigente.

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