O São Paulo chegou à conclusão de que não pode perder dinheiro com Arboleda. O jogador foi reintegrado ao elenco nesta semana depois de ter abandonado o clube no dia do jogo com o Cruzeiro pelo Brasileirão. Arboleda pegou as suas coisas e foi embora para o Equador. O seu contrato vai até dezembro de 2027. O zagueiro tem 35 anos e não se sabe mais quanto ele vale no mercado depois do sumiço.

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Na conversa que a direção do São Paulo teve com o jogador no seu retorno, um dia antes de caracterizar abandono de trabalho, ficou acertado que Arboleda não vai receber o seu salário de R$ 800 mil. Ele ainda terá uma multa para pagar, fará exames clínicos e de sangue para saber se não há substâncias proibidas em seu corpo e treinará separado do elenco. Nenhum jogador intercedeu pelo zagueiro no vestiário.

Contrato de Arboleda vai até dezembro de 2027: zagueiro deve ser negociado se tiver algum comprador / SPFC

Mas Arboleda não teve o seu contrato rescindido. Se fizesse isso, o São Paulo perderia a chance de vendê-lo, caso encontre algum comprador. Dessa forma, terá de pagar os próximos salários do jogador. São R$ 14,4 milhões até o fim do vínculo. Ou seja: mantê-lo também terá um custo para o clube. A diretoria deixou aberta a possibilidade de usá-lo caso não encontre clubes interessados em contratar o zagueiro.

O que fazer com Arboleda

O técnico Roger Machado deixou o caso para a decisão do executivo Rui Costa. E também para o presidente Harry Massis. Todos sabem das necessidades de jogadores do elenco tricolor, mas também de como funciona o vestiário de um clube. A janela de transferência vai abrir depois da Copa. Os agentes de Arboleda sabem dessa condição e que devem trabalhar para negociá-lo.

Arboleda também sabe que ele está no mercado. A primeira opção do clube é repassar o seu contrato para o primeiro que aparecer, desde que haja uma transação e o clube ganhe com a venda. Nem precisa ser muito. O São Paulo não confia no zagueiro. Mas sabe que ele é um ativo do clube até dezembro de 2027.

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Roger Machado deve liberar alguns jogadores na janela de transferência e tentar negociar outros em posições mais carentes. Dessa forma, ele entende que o time terá mais condições de avançar na temporada após o Mundial. Defesa e ataque devem sofrer alterações. O segundo semestre será quente no Morumbi, com a eleição para presidente. Harris Massis não queria permanecer no cargo, mas como The Football apurou lá atrás, ele estava pegando gosto pela posição. E será um candidato.

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