De Washington DC
O aumento de seleções participantes na Copa do Mundo de 2026, de 32 equipes para 48, trouxe de volta o esdrúxulo critério da classificação dos oito melhores terceiros colocados na fase de grupos. São 12 grupos e o Brasil está no Grupo C. Isso já aconteceu nos Mundiais de 1982 a 1994, quando a competição envolveu 24 países. E deixou de acontecer há 27 anos, na Copa da França, em 1998, quando o número de competidores aumentou para 32 e apenas os dois primeiros colocados de cada uma das oito chaves seguiam para os mata-matas.
Como o Brasil foi sorteado para o Grupo C, no qual Marrocos, Haiti e Escócia também farão parte, na fase seguinte, que envolverá 32 equipes, se a seleção de Carlo Ancelotti ficar em primeiro ou segundo lugar, o time cruzará com adversários do Grupo F.

Dele farão parte a Holanda, do corinthiano Memphis Depay, o Japão e a Tunísia, contra os quais a seleção brasileira jogou recentemente, e um time europeu, que vencerá a disputa pela vaga entre Polônia, Albânia, Ucrânia ou Suécia. Em março, dois jogos definirão qual deles vai carimbar seu passaporte para o Mundial.
O problema não é a primeira fase
Se for a primeira seleção de seu grupo, o Brasil jogará as 16ª de Final, na calorenta Houston, no Texas, no Estádio NRG, dia 29 de junho, uma segunda-feira. Nesta fase, se terminarem os 90 minutos empatados, os jogos terão uma prorrogação de 30 minutos. Se persistir a igualdade no marcador, haverá disputa por pênaltis.
Caso se classifique em segundo lugar no seu grupo, o confronto, sempre com uma equipe vinda do Grupo F, será na também escaldante Monterrey, no norte do México.

Em um cenário menos desejável, se ficar em terceiro e tiver uma das oito melhores campanhas, entre os times nesta situação, o Brasil terá de esperar para conhecer o seu adversário: poderá ser o líder do Grupo E (como a Alemanha) ou do Grupo I (no qual a França é a grande favorita).
Fases de mata-mata preocupa
A partir das oitavas de final, sempre em jogos de eliminação direta, com a possibilidade de prorrogação e disputa por pênaltis para definir quem segue adiante, o Brasil poderá jogar em Miami, Atlanta, Houston ou Boston. Isso se terminar a primeira fase em primeiro ou segundo do seu grupo. Mas se ficar em terceiro, as opções são jogar em Boston, Nova York ou Cidade do México.
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E as chances de a seleção brasileira cruzar com uma seleção mais tradicional, como França e Alemanha, desde as 16ª de Final aumentam bastante. Em qualquer um dos cenários, caso se classifique, o sorteio definiu que o Brasil não terá moleza depois da primeira fase.





