O trono da Supercopa Feminina mudou de mãos. Em um dérbi eletrizante disputado sob chuva na Arena Barueri neste sábado, o Palmeiras superou o Corinthians por 5 a 4 nas cobranças de pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo regulamentar, e se sagrou campeão. É a primeira vez que as Palestrinas levantam o troféu da competição, interrompendo a hegemonia das rivais do Parque São Jorge.
As Brabas começaram avassaladoras. Logo aos cinco minutos, Jaqueline pedalou para cima da marcação alviverde e soltou uma bomba para abrir o marcador. O Corinthians dominava as ações até um lance preocupante aos 16 minutos: a goleira Lelê sofreu uma joelhada acidental de Bia Zaneratto e precisou ser substituída por Nicole, acionando o protocolo de concussão da Fifa.

A paralisação esfriou o ímpeto das Brabas e permitiu o crescimento do Palmeiras. Aos 39 minutos, a estrela da “Imperatriz” brilhou. Em seu retorno ao clube, Zaneratto aproveitou cruzamento preciso de Andressinha e testou firme para o chão, deixando tudo igual em Barueri.
Tapia do Palmeiras
No segundo tempo, o equilíbrio prevaleceu e o jogo continuou brigado. Gabi Zanotti carimbou a trave em cobrança de falta, e a goleira palmeirense Kathe Tapia operou um verdadeiro milagre nos acréscimos ao espalmar um chute à queima-roupa de Jaqueline. Com a igualdade no tempo normal, a decisão foi para os pênaltis. A eficiência das cobradoras do Palmeiras e a frieza de Tapia selaram o título histórico do time alviverde.
Além da conquista e da festa palmeirense, o título reforça também o caixa do clube, que nesta semana anunciou arrecadação recorde em 2025 de R$ 1,6 bilhão. Esse balanço ainda não é definitivo porque os números são de janeiro a novembro. A CBF premiou o Palmeiras com a premiação de R$ 1 milhão, enquanto o Corinthians, pelo vice, levou R$ 600 mil. O valor é fundamental para a manutenção dos investimentos na modalidade, que vê o Palmeiras cada vez mais consolidado como força dominante no cenário nacional.
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Na semana passada, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, esteve no Brasil para promover a Copa do Mundo Feminina em 2027. Ele esteve no Rio de Janeiro e em Brasília, duas das sedes da competição que o país vai receber no próximo ano.
IA com informações e edição do The Football





