Nova York — Mais uma vez, Vinícius Jr. foi o cara da seleção brasileira na partida contra a Escócia, em Miami, na última partida do Grupo C. Como já tinha ocorrido na difícil estreia, contra o Marrocos, em Nova Jersey, e depois no jogo contra o Haiti, na segunda rodada, ele foi às redes. Anotou dois gols, incluindo um de cabeça, que ele festejou bastante na zona mista do estádio Hard Rock, em Miami.
“Acho que fazia tempo que eu não fazia um gol assim, já que cabecear não é minha especialidade”, disse o atacante. “Mas eu tinha comentado com o Míster, o técnico Carlo Ancelotti, que ainda faria um gol assim nessa Copa, e ele veio. Agora, Ancelotti vai ter que pagar um presente para mim…”, brincou.

Como não tinha ocorrido ainda nos dois jogos que fez na Copa do Mundo de 2026, a seleção brasileira entrou no gramado do estádio Hard Rock, em Miami, com atitude — e ligada nos 220 volts. No ritmo endiabrado, com dribles e acelerações desconcertantes de Vinícius Jr., desde o começo da partida em Miami, a seleção brasileira simplesmente foi esgotando o sistema defensivo da Escócia.
Vini Júnior impecável
Ainda no primeiro tempo, o camisa 7 marcou dois gols — o primeiro deles logo aos 7 minutos e o outro nos acréscimos. Isso sem contar um gol mal anulado pelo árbitro mexicano, César Palazuelos. Só ele e os observadores do VAR viram uma falta do atacante brasileiro na disputa com o zagueiro Hendry, da Escócia. Definitivamente, essa infração não existiu.
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Houve simbolismos nesta partida contra os escoceses. Quem é supersticioso gostará de saber que os dois gols de Vini Jr. contra a Escócia são um bom presságio para a seleção brasileira: ele segue os passos de Ronaldo Nazário, em 2002; Romário, em 1994; e Jairzinho, em 1970. Todos eles marcaram gols em todos os jogos da fase de grupos. E, em todas estas campanhas, o Brasil deu a volta olímpica e ergueu a Copa do Mundo. Que assim seja.





