O São Paulo foi sondado pela BYD para um novo contrato de naming rights envolvendo o Morumbi. Um novo acordo significaria romper ou aguardar o fim da parceria com a Mondelez, que detém os direitos do nome da casa tricolor até dezembro de 2026. Se a mudança ocorrer, o Morumbis volta para Morumbi. A proposta na mesa elevaria o patamar financeiro da instituição em meio a um cenário de incertezas. O clube precisa desse dinheiro.

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O montante discutido chegou à casa dos R$ 175 milhões por um vínculo de cinco temporadas. Na prática, isso renderia R$ 35 milhões anuais, um valor 40% superior aos R$ 25 milhões acordados atualmente com o “Morumbis”. A informação inicial é do UOL. O objetivo da montadora chinesa é estender a parceria até o centenário do clube, em 2030, garantindo uma exposição da marca em jogos e eventos de grande porte no território tricolor.

Morumbis: São Paulo FC negocia novo acordo de naming rights com a BYD para seu estádio / São Paulo FC

Projeto “MorumBYD”

As conversas para o batismo do MorumBYD começaram no fim do ano passado, conduzidas pelo presidente Julio Casares, afastado do cargo por suposta corrupção. O então mandatário se valeu de sua boa relação com Alexandre Baldy, vice-presidente da marca no Brasil, para costurar o negócio. O movimento fazia parte de uma estratégia de Casares para reajustar prateleiras de patrocínio, seguindo os moldes do que foi feito com a New Balance e a Superbet.

Entretanto, o avanço das tratativas foi freado bruscamente pela crise política institucional. O processo de impeachment e a renúncia de Casares, após escândalos envolvendo a diretoria, deixaram o negócio em compasso de espera. A BYD ficou de entregar uma resposta definitiva, mas o diálogo ainda não foi reatado.

Mondelez

O contrato vigente com a Mondelez tem validade até dezembro deste ano e rende anualmente cerca de R$ 25 milhões ao clube. O valor é considerado baixo pela nova diretoria. Assinado no fim de 2023, o vínculo gira entre R$ 75 e R$ 90 milhões no total, atrelando a marca a todos os eventos musicais e esportivos. O plano original era discutir uma renovação no início deste ano, mas os escândalos administrativos interromperam qualquer progresso com a varejista detentora do nome atual.

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Agora, o São Paulo se vê diante de um dilema entre a continuidade e o salto financeiro imediato. Ou mesmo encontrar novos parceiros que queiram entrar no negócio. O clube gostaria de assinar por cinco temporadas, com reajustes anuais. Até o momento, nada está definido.

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