De Lille
Na noite fria e úmida de Lille, no norte da França, Brasil e Tunísia fizeram um jogo intenso, com empate por 1 a 1. A torcida tunisiana predominou nas arquibancadas, fazendo muito barulho. Apesar de entrar com três alterações na defesa – Bento substituindo Ederson no gol, Wesley na lateral-direita, deslocando Eder Militão para o miolo da zaga, e Caio Henrique, na lateral-esquerda, na vaga de Alex Sandro, a seleção mostrou boa organização e solidez para suportar as investidas do rival.
Até que aos 24 minutos, Wesley dominou mal e perdeu a bola no campo de ataque. Esperto, o tunisiano Ali Abdi foi rápido para mandar a bola para a área. Hazem Mastouri dominou e finalizou com um chute cruzado, no canto direito, sem chance para Bento defender.

Em desvantagem, o Brasil foi mais agressivo em busca do empate. Teve mais de 60% de posse de bola. A reação não tardou. Aos 42 minutos, após uma cobrança de falta de Estêvão, do lado direito do ataque, o zagueiro tunisiano Bronn colocou a mão na bola dentro da área. O pênalti, observado pelos assistentes na cabine do VAR, foi marcado pelo árbitro francês Jérôme Brisard depois de ver as imagens. Frio como um peixe congelado, Estevão, camisa 20 do Brasil, bateu forte, no canto alto esquerdo, sem qualquer possibilidade de defesa para Dahmen.
Vitor Roque e Paquetá
O segundo tempo seguiu nesse ritmo, com a seleção brasileira tomando a iniciativa e a Tunísia tentando raros contra-ataques, mas agora com Vitor Roque e Danilo em campo, respectivamente, nos lugares de Matheus Cunha e Wesley. Apesar do ritmo intenso, as oportunidades de gol foram raras. E coube ao meia Lucas Paquetá, que substituiu Bruno Guimarães, minutos antes, desperdiçar a principal delas: na cobrança de um novo pênalti de Sassi em Vitor Roque, ele bateu por cima do travessão.
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No último lance do jogo, nova chance do Brasil virar, com um chute de Estêvão que bateu na trave. Se não foi o resultado que Carlo Ancelotti (e a torcida brasileira) gostariam, ao menos o jogo em Lille, com clima de Copa do Mundo, contra a torcida, haverá de ter servido para deixar a equipe brasileira mais cascuda. Dessa forma, a seleção encerra a temporada. E volta em março para mais dois amistosos, contra França e Croácia.






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