The Football separou três destaques do noticiário esportivo que deram o que falar nesta terça-feira: o último jogo da seleção brasileira em 2025 deixou algo nítido: Estêvão é o nome do time de Carlo Ancelotti. Com apenas 18 anos, o jogador do Chelsea assumiu o protagonismo e voltou a marcar diante da Tunísia. Mexicanos farão o jogo de abertura do Mundial dia 11 de junho na condição de anfitrião e aguardam por Messi, no mesmo local onde já aplaudiram de pé Maradona e Pelé. E a crise do Corinthians ganhou mais um capítulo em meio a escândalos e más administrações. The Football destaca o TOP 3 desta terça-feira, dia 18 de novembro

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Estêvão assume a seleção

Estêvão já tem a confiança do técnico Carlo Ancelotti e tem respondido em campo: ele marcou de pênalti / CBF

A seleção brasileira precisa de Estevão. O atacante de 18 anos tem assumido papel de atleta mais experiente, como se viu na cobrança de pênalti contra a Tunísia, ainda no primeiro tempo e quando o Brasil perdia por 1 a 0. Ou seja: o garoto pegou a bola, deu dois beijinhos na pelota e cobrou forte no canto esquerdo do goleiro. Com o seu gol, a seleção foi para o vestiário com o empate por 1 a 1.Leia a matéria completa aqui

México espera por Messi na Copa

Messi é esperado por mexicanos, que já se encantaram diante de outros astros do futebol: Maradona e Pelé / AFA

Os mexicanos já viram Pelé e Maradona em Copas do Mundo e agora aguardam por Messi no Mundial de 2026. O lendário Estádio Azteca, na cidade do México, onde o Brasil conquistou o tricampeonato mundial, em 1970, vai receber a abertura da Copa do Mundo, agora com 48 seleções em edição inédita. O México terá 13 partidas em três cidades-sede: Cidade do México, a capital, Guadalajara e Monterrey.Leia a matéria completa aqui

A crise de gestão do Corinthians 

Auditoria revela desvio de materiais esportivos fornecidos pela empresa americana Nike / Corinthians

O Corinthians volta ao centro de mais uma crise administrativa que, em qualquer instituição séria, já seria suficiente para derrubar dirigentes e provocar uma reestruturação profunda. Mas no clube que há anos vive entre incêndios, disputas internas e um amontoado de decisões desastrosas, o novo escândalo parece apenas mais um sintoma de um ambiente que perdeu completamente o senso de responsabilidade.Leia a matéria completa aqui

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