Al-Rayyan
Há exatos treze anos, desde que o Corinthians derrotou o Chelsea por 1 a 0, em Yokohama, no Japão, nenhum clube sul-americano consegue superar um rival europeu em finais de Mundiais da Fifa ou de Copas Interclubes. Na véspera do confronto entre o Paris Saint-Germain e o Flamengo, respectivamente, o campeão da Liga dos Campeões da Uefa, e o vencedor da Copa Libertadores da América, deste ano, Filipe Luís, o técnico rubro-negro, tentará finalizar um plano de jogo sob medida para que a sua equipe supere um adversário mais forte no duelo desta quarta-feira, no Estádio Ahmed-bin-Ali, em Al-Rayyan, no Catar. O jogo será às 14h de Brasília.

Uma inspiração para este esquema poderia vir da vitória do Chelsea, da Inglaterra, contra o mesmo PSG, na final da Copa do Mundo de Clubes da Fifa, em julho passado, nos Estados Unidos. “Naquela partida, o Chelsea fez um jogo perfeito contra o PSG: soube anular bem o ataque deles e soube machucar o Paris quando tinha a bola e deu o caminho para outras equipes a partir dali”, disse o treinador respondendo a uma pergunta do The Football.
O disse Filipe Luís
“Em uma final tudo pode acontecer: nos últimos anos, a sorte sempre caiu no lado dos europeus e espero que a gente possa mudar essa história desta vez.”

Admirador confesso do trabalho de Luis Enrique, o técnico do PSG, (que ele costuma chamar de “uma obra perfeita”), obviamente, Filipe Luís se prepara para ver a sua equipe sofrer durante várias fases do jogo. “Temos de estar concentrados para saber o que fazer quando tivermos ou não a bola ou quando a gente estiver sob pressão”, disse. “Não tenho nenhuma dúvida de que jogadores tão jovens e tão rápidos, como os do PSG, nos colocarão em dificuldade em determinados momentos do jogo.”
Temos de atuar nesta final sem abrir mão dos nossos princípios, do que é o DNA do Flamengo. E prestando atenção para cometermos o mínimo de erros. Sabemos da dificuldade desse jogo. Fácil uma final como essa não vai ser. Para vencer, teremos de estar no nosso melhor. Filipe Luís
E como conseguir superar um adversário tão forte como os atuais campeões europeus? Na opinião do treinador do Flamengo, praticando o futebol que o campeão brasileiro e sul-americano sabe jogar, com marcação forte, atenção nos detalhes e ataques precisos e letais.
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