The Football separou três destaques do noticiário esportivo que deram o que falar nesta segunda-feira: mais uma vez a arbitragem foi o centro das atenções (negativas) da rodada. Como de costume, a CBF afasta os responsáveis pelos erros. Mas isso realmente resolve? Malandragem no mal sentido dos jogadores? Por que dirigentes e treinadores são hipócritas e não movem uma palha sequer para melhorar a arbitragem do país? The Football destaca o TOP 3 desta segunda, dia 06 de outubro.

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CBF afasta árbitros

Ramon Abatti Abel: árbitro de São Paulo 2 x 3 Palmeiras foi afastado pela CBF por erros capitais no jogo / Palmeiras

CBF agiu rápido desta vez e afastou os árbitros e seus pares do VAR que trabalharam nas partidas de São Paulo 2 x 3 Palmeiras e Bragantino 1 x 0 Grêmio do fim de semana no Brasileirão. Ramon Abatti Abel, que esteve no Morumbis, e Lucas Casagrande, responsável pelo apito em Bragança Paulista, foram mandados para a “geladeira” e afastados de suas funções até que aprendam a apitar direito. Eles foram responsáveis diretamente pelas derrotas das duas equipes. 

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A hipocrisia de dirigentes e técnicos

Abel faz uma interpretação particular do lance em que o Abatti Abel deveria dar pênalti para o São Paulo / Palmeiras

Além de melhorar a arbitragem, é preciso também acabar com a hipocrisia e a malandragem no futebol brasileiro. Malandragem no mal sentido, porque jogar futebol tem suas manhas e sempre terá. Dirigentes e treinadores são hipócritas ao olharem apenas para seus clubes. Eles não movem uma palha sequer para melhorar a arbitragem do país. Todos olham para os seus próprios umbigos e só choram quando são prejudicados. Os presidentes puxam a fila para manter o sistema do jeito que é. Há clubes mais fortes e menos fortes nos bastidores. Mas os cartolas não querem melhorar e seus discursos são vazios e provocativos. São todos, sem exceção, farinha do mesmo saco.

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CBF precisa de choque de realidade

Rodada com erros cruciais levaram a CBF a afastar árbitros do Choque-Rei e do jogo entre Grêmio e Bragantino/ CBF

Para surpresa de zero pessoas, a arbitragem voltou a ser protagonista no fim de semana do Brasileirão. De novo, decisões capitais mudaram o rumo de jogos, a classificação na tabela e o humor de torcedores e dirigentes. De novo, o VAR — essa sigla que deveria significar Video Assistant Referee — serviu mais para confundir do que para corrigir. E, de novo, a CBF reagiu com o mesmo receituário inócuo de sempre: suspender um árbitro aqui, outro acolá, e seguir adiante como se o problema fosse episódico, e não estrutural. Chega de passar vergonha. A CBF precisa de um choque de realidade na arbitragem.

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