A tentativa de reeleger a presidente Leila Pereira para um terceiro mandato no Palmeiras foi abortada nesta sexta-feira. A movimentação estava sendo chamada de ‘golpe’ pela oposição dentro do clube. Um golpe institucional. Mas o clube não vai mexer no seu estatuto para viabilizar uma terceira candidatura da presidente Leila depois de 2027, quando termina seu segundo e último mandato.
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Leila sempre soube dessa movimentação dentro do clube para que ela permanecesse no comando do Palmeiras em um possível terceiro mandato, o que o estatuto atual não permite. Ela seria a grande beneficiada disso, mas nunca se envolveu a ponto de ser apontada como a mandante do processo. Nem evitou que tentassem.

Para todos os fins, quem estava liderando as ações nas alamedas do Palmeiras era um grupo de conselheiros que sempre apoiou a presidente. Era sua infantaria dentro do clube. Esse grupo trabalhava para que o estatuto fosse mudado, a exemplo do que aconteceu, por exemplo, no São Paulo anos atrás, para que Juvenal Juvêncio fosse eleito pela terceira vez seguida. Vale lembrar que o dirigente, que morreu em dezembro de 2015, fez um terceiro mandato bastante questionável.
Galiotte teve peso na decisão
Nesta sexta-feira à noite, um outro grupo de conselheiros esteve com Leila e explicou para ela que mexer no estatuto para uma reeleição não seria “bom” para a instituição. O clube perderia credibilidade no mercado com manobras inconstitucionais. Leila sabe bem das regras do jogo. A presidente entendeu o recado, de modo que a tentativa de uma terceira eleição foi abortada. Ela mesmo decidiu por isso.
O ex-presidente Maurício Galiotte, que estava com a delegação nos Estados Unidos para o Mundial de Clubes, teve participação direta e importante para a preservação do estatuto e da instituição Palmeiras.
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Portanto, esse assunto de manobras dentro dos bastidores da política do clube para manter Leila no comando está encerrado. Ela fica no cargo até dezembro de 2027. O clube não vai mudar o seu estatuto.





