Abel Ferreira sabe o que faz e conhece como ninguém o Palmeiras que montou para o Mundial de Clubes da Fifa. Desde janeiro, ele fala da competição com seus jogadores. O próprio treinador admitiu isso antes do empate com o Porto na estreia. Facundo também contou que suas palestras sempre tocavam na competição dos Estados Unidos. Por isso, Abel deve levar para suas reflexões e discussões com a comissão técnica a necessidade de mudar o time que atuou contra o Porto.
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O Palmeiras precisa ganhar do Al-Ahly, do Egito, na segunda rodada do seu grupo. O jogo está marcado para quinta-feira, 13h de Brasília (uma hora antes em New Jersey). Lembra o horário da Copa do Mundo dos Estados Unidos em 1994, quando o Brasil, de Parreira e Romário, ganhou o tetra contra a Itália.

Para usar apenas uma das palavras preferidas do treinador neste ano, o time precisa ser “eficiente”. Não foi contra o Porto, apesar de todos os elogios e lamentações dos gols perdidos no MetLife Stadium. Para isso, Abel tem de levar em consideração a atuação de seu camisa 9, Vitor Roque. O atacante que custou R$ 150 milhões continua inimigo do gol. São 20 partidas e apenas três gols. Flaco López está melhor do que ele e pode ser uma opção por cima contra os egípcios do Al-Ahly. O time já não tem Paulinho. Não pode insistir com um garoto que precisa de mais tempo para amadurecer e descobrir o seu lugar.
Hora de mudar o time
O Mundial de Clubes tem sete partidas para quem conseguir chegar à final no dia 13 de junho no MetLife Stadium. O Palmeiras tem mais dois jogos na fase de grupos para decidir o seu futuro. Outra mudança que Abel pode fazer é trocar Felipe Anderson por Facundo Torres, que tem mais movimentação e condições de correr atrás dos adversários. Tanto Vitor Roque quanto Felipe Anderson não fizeram boa partida. Giay estava indo pelo mesmo caminho no primeiro tempo, mas melhorou na etapa complementar.
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Abel tem mudado o time em todas as partidas nesta temporada. Portanto, ele vai mexer também no duelo com o Al-Ahly. Quem ganhar dá um passo importante para a classificação e deixa o rival em maus lençóis, precisando vencer na última jornada, mas sem depender mais de suas próprias atuações. Abel sabe o que faz, entende a necessidade de mudar em um torneio de tiro curto e tem muita autonomia para fazer isso sem criar melindres no elenco.





