Leonardo de Sá
Na sexta rodada da Liga dos Campeões 2025/26, o Real Madrid recebeu o Manchester City, no Santiago Bernabéu, e acabou derrotado por 2 a 1, de virada. Rodrygo encerrou um jejum de nove meses ao abrir o placar aos 2 minutos do primeiro tempo, com uma bela jogada individual, mas o time espanhol não sustentou a vantagem.
O City, de Pep Guardiola, empatou pouco depois, com Nico O’Reilly aproveitando um rebote de Courtois após escanteio, e virou aos 43, com Haaland convertendo um pênalti. No segundo tempo, os ingleses controlaram o ritmo e seguraram o resultado, enquanto o Real Madrid pecou nas finalizações e desperdiçou boas chances, como uma de Bellingham. O time recebeu vaias.

O duelo desta quarta-feira se soma à sequência recente de confrontos decisivos entre Real Madrid e Manchester City na Liga. Nos últimos anos, os dois times protagonizaram alguns dos capítulos mais marcantes da competição. Em 2022, o clube espanhol festejou a virada histórica nas semifinais — ano em que acabou campeão. Em 2023, foi o City que levou a melhor também nas semis. No ano seguinte, o encontro aconteceu nas quartas de final, com vitória dos espanhóis. Desta vez, porém, foi o clube de Manchester que voltou a sair vencedor, virando o placar e reforçando o peso desse duelo na disputa continental.
O retorno de Endrick
Não foi só Vini Jr. e Rodrygo, que voltou a atuar em alto nível pela equipe, que estiveram em campo como representantes brasileiros pelos merengues. Endrick, que não jogava depois de mais de um mês sem minutagem, voltou a campo aos 33 do segundo tempo. O jovem ainda quase empatou a partida, quando explodiu uma bola no travessão aos 41 minutos.
A ausência de Mbappé por causa de um desconforto muscular proporcionou a chance dada ao atacante, que se tornou a primeira opção no banco para entrar, uma vez que Rodrygo fez a função de Mbappé na partida.
Críticas a Xabi Alonso
A derrota reacendeu o debate sobre o trabalho de Xabi Alonso no comando do Real Madrid. A imprensa espanhola afirmou que o revés pode intensificar a pressão sobre o treinador e até mesmo colocar seu cargo em risco, especialmente pelo desempenho irregular da equipe nas últimas semanas. Com o resultado, o Real caiu para a sétima posição na tabela e acumulou sua segunda derrota na competição.

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A reação no Bernabéu também foi um termômetro desse momento. Parte da torcida vaiou Xabi Alonso após o apito final, demonstrando insatisfação com as escolhas do treinador e com a falta de evolução do time. Mesmo com a classificação ainda bem encaminhada, o ambiente ficou mais tenso, e o técnico saiu novamente pressionado, com a expectativa por respostas imediatas nas próximas rodadas.





