Nova Jersey – Expulso contra a Bósnia, no jogo dos Estados Unidos contra a Bósnia, no primeiro mata-mata da seleção norte-americana, o atacante Folarin Balogun recebeu uma boa e inesperada notícia: ele não precisará cumprir a suspensão automática de uma partida, que habitualmente é aplicada aos jogadores que recebem um cartão vermelho. Logo, poderá atuar contra a Bélgica, nesta segunda-feira, às 21h (horário de Brasília), em Seattle, pelas oitavas de final do Mundial de 2026. A punição automática foi aplicada após o atacante cometer uma falta violenta contra o zagueiro bósnio Tarik Muharemovic.
Neste caso, normalmente, nunca são feitas exceções nestes casos, mas, sem aviso prévio, os cartolas decidiram dar uma colher de chá para a seleção do país organizador. Em casos similares, as equipes não conseguem entrar com recursos para reverter a punição de, pelo menos, um jogo de suspensão na partida seguinte.

Fifa agrada Donald Trump
Difícil imaginar que este alívio na punição de Balogun não tenha, também, sido um agrado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de quem o suíço Gianni Infantino, o manda-chuva da Fifa, virou o melhor amigo nos últimos meses. A ponto de ter emprestado uma réplica do próprio troféu da Copa do Mundo, que será entregue à equipe campeã após a final, no dia 19 de julho.
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Seja como for, Trump fez questão de publicar uma mensagem de agradecimento ao amigo do peito. “Obrigado à Fifa por fazer o que era certo e reverter uma grande injustiça!”, escreveu ele na sua conta na rede social Truth Social, após a notícia ter sido divulgada. Defensivamente, no Mundial de 2026, a política entrou, mesmo, em campo.





