Abel Ferreira sabe que ainda pode perder Raphael Veiga para outros mercados que não a Europa, onde a janela já fechou. A presidente Leila Pereira já disse que todos os jogadores com contrato podem permanecer no clube até o fim do vínculo caso não apareça proposta boa para as partes. Se não for embora, o treinador tem o compromisso de recuperar o meia. Sempre que pode, Abel elogia Veiga e agradece o que ele já fez pelo Palmeiras. O torcedor também tem respeito pelo jogador. Mas o que se achava ser apenas uma fase ruim parece sem fim. A resposta em campo do jogador não acontece e ele vai atuando cada vez menos.
O elenco foi recheado de jogadores, mais novos e com mais apetite, na reformulação do clube. Abel mudou a forma de o time atuar, embora não tenha ainda um padrão definido. Nem deverá ter. O Palmeiras se propõe a ser mais dinâmico e se moldar de acordo com o adversário.

Raphael Veiga perdeu posição para Maurício e até Lucas Evangelista. Agora tem Andreas Pereira na posição. Sem Veiga, o Palmeiras perdeu força nas bolas paradas. Piquerez assumiu essa condição, até mesmo nos pênaltis. Vitor Roque também passou a ser responsável pelos tiros livres.
Veiga é mais lento
Há um problema na forma de atuar de Raphael Veiga. Ele é mais lento. E o jogo acelerou. Abel teria de arrumar um jeito de se valer do jogador sem perder essa dinâmica, inclusive da pressão na saída de bola dos rivais.
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O Palmeiras é uma das equipes que mais pressionam os adversários no ataque. A ordem é roubar a bola mais próximo ao gol e atacar. Veiga tem 30 anos e seu contrato vai até dezembro de 2026. Mesmo participando mais dos jogos, ele sabe que não será titular do Palmeiras. O clube vai intensificar sua participação para também recolocá-lo na vitrine e ajudá-lo a “ser visto” no mercado.





