Nova York — No dia em que cantou o hino nacional brasileiro, no Estádio Hard Rock, em Miami, em uníssono com os jogadores e membros da comissão técnica, Carlo Ancelotti estava, enfim, satisfeito com o desempenho dos atletas. “Na comparação com o primeiro jogo, fomos sólidos e efetivos, nos defendemos bem, atacamos bem”, disse ele. “Agora, estamos jogando como uma equipe.”
Segundo Ancelotti, a seleção brasileira cumpriu o objetivo traçado por ele. “Nosso plano era chegar em primeiro lugar em um grupo muito difícil; chegamos”, disse. “Agora, temos que manter os nossos pés no chão e melhorar ainda mais.”

Ancelotti em alerta máximo
Uma boa razão para este vaticínio é que, já na próxima fase, os jogos serão eliminatórios, contra rivais cada vez mais complicados e exigentes. Na partida marcada para a próxima segunda-feira, às 14h (horário de Brasília), no Estádio NRG, em Houston, a seleção brasileira enfrentará o segundo colocado do Grupo F: poderá ser a Holanda, o Japão ou a Suécia. “Seja qual deles vier, nos mata-matas, nosso próximo adversário será difícil: teremos de ter um coração forte.”
Um outro motivo de satisfação para Ancelotti foi o retorno de Neymar, que não vestia a camisa da seleção brasileira desde outubro de 2023. O atacante mais conhecido do país atuou por alguns minutos contra a Escócia. “Na seleção brasileira, Neymar joga com paixão”, diz o técnico. “Acho que, nessa Copa, ele e suas qualidades podem ajudar a nossa equipe.”
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Curiosamente, um dos momentos do dia de Carlo Ancelotti que mais chamou a atenção foi durante a execução do Hino Nacional Brasileiro. “Eu conhecia o hino italiano, agora aprendi o brasileiro”, disse. Ancelotti, definitivamente, está conquistando os corações e as mentes dos brasileiros.





