Este 12 de junho marca a entrada das seleções do Canadá e dos Estados Unidos na Copa de 2026. São os outros dois anfitriões deste Mundial ao lado do México, que já fez o seu debute no jogo de abertura do torneio, com vitória 2 a 0 sobre a África do Sul. O Canadá terá pela frente a forte estrutura defensiva da Bósnia, enquanto os Estados Unidos enfrentam o modelo tradicional sul-americano do Paraguai. O clima de Copa do Mundo nos Estados Unidos ainda é frio e sem graça. São poucas as referências de que há um Mundial na Fifa em solo americano. Nem o presidente Donald Trump confirmou presença na partida de abertura do país na disputa.

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Quem abre os trabalhos na Copa nesta sexta são os canadenses e os bósnios, às 16h de Brasília. A seleção anfitriã tem apostado em um jogo vertical, utilizando a velocidade de suas pontas para explorar a retaguarda adversária. A Bósnia, por sua vez, deve apresentar um bloco mais compacto e defensivo, focando na solidez do miolo de zaga enquanto procura encaixar os contra-ataques. Decididamente, não é um dos melhores e mais aguardados jogos desta Copa.

Torcida norte-americana tem literalmente dado as mãos para a seleção do país na disputa do torneio / Estados Unidos

O jogo das 22h coloca os Estados Unidos frente a frente com o Paraguai, um dos testes que promete ser dos mais difíceis para os anfitriões nesta primeira fase do Mundial. O time norte-americano, trabalhado a partir de um sistema de pressão alta e transição rápida, conta com um dia inspirado de Christian Pulisic para quebrar a estrutura defensiva paraguaia. O rival sul-americano é mais forte e tem alguns conhecidos do futebol brasileiro, como o recém-naturalizado Maurício. O jogador do Palmeiras “arrumou” um jeito de disputar a sua primeira Copa do Mundo.

Expectativa nos grupos

O Canadá precisa provar que sua evolução técnica está consolidada. Com a base formada por atletas que atuam em ligas de elite, casos de Alphonso Davies (Bayern de Munique), Jonathan David (Juventus) e Cyle Larin (Southampton), a expectativa é de que o time tenha forças para avançar no Grupo B, que além da Bósnia conta com Qatar e Suíça. Os jogos desta sexta não são do mesmo grupo, como na abertura da Copa.

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Já os Estados Unidos chegam com a responsabilidade de impor o seu ritmo no Grupo D, composto também por Austrália e Turquia. Contra o Paraguai, o fator físico será determinante. A equipe norte-americana possui jogadores com alta capacidade de imposição, o que pode desgastar o elenco paraguaio ao longo dos 90 minutos. O Paraguai, por sua vez, tem a seu favor a experiência de seus pilares defensivos e a eficácia nas transições ofensivas.

Gustavo Gómez é um dos integrantes da ‘legião brasileira’ que forma a seleção paraguaia na Copa de 2026 / Paraguai

O jogo tem esse atrativo extra para os brasileiros, o grande número de atletas do Paraguai que atuam no futebol nacional. São sete ao todo: Balbuena (Grêmio), Gustavo Gómez (Palmeiras), Junior Alonso (Atlético-MG), Bobadilla (São Paulo), Mauricio (Palmeiras), Isidro Pitta (Bragantino) e Ramón Sosa (Palmeiras).

IA com edição do The Football.

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