Centroavante goleador e técnico dos bons, o alemão Jürgen Klinsmann está convicto de que a seleção brasileira segue entre as favoritas a vencer a sua sexta Copa do Mundo, em 2026. “O Brasil já poderia ter chegado mais longe no Mundial do Catar, quando era o melhor time em campo na partida contra a Croácia”, disse ele ao The Football, durante um evento organizado no German House of Soccer, a Casa Alemã do Futebol. “Este país continua a formar ótimos jogadores, contará com a volta de Neymar, que é um fora de série e, agora, é dirigido por Carlo Ancelotti, que é um dos melhores técnicos de futebol de todos os tempos”.

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Entretanto, Klinsmann ressalta que há outros pretendentes ao título mundial – e eles são fortes e numerosos. “Acredito que Espanha, França, Inglaterra e Portugal, entre os europeus, com a Alemanha correndo por fora, e Brasil e Argentina, entre os sul-americanos, têm grandes chances de irem longe”, diz. “Tradição conta muito quando se trata de Copas do Mundo, principalmente quando começar a fase dos mata-matas.”

Klinsmann Jüergen Klinsmann durante evento do tour da Taça Fifa; ex-atacante alemão vê o Brasil no bolo dos favoritos da Copa
Jüergen Klinsmann durante evento do tour da Taça Fifa; ex-atacante alemão vê o Brasil no bolo dos favoritos da Copa / Fifa

Klinsmann aprova Copa

Até o momento, Klinsmann tem gostado bastante do nível técnico das partidas que estão ocorrendo nos estádios da América do Norte, durante este Mundial. “Este torneio está maravilhoso: tem jogadores consagrados, como Lionel Messi, Cristiano Ronaldo, Manuel Neuer e Harry Kane, entre outros, jogando muito, no que pode ser sua última aparição em Copas do Mundo, e uma nova geração promissora e à procura de seu espaço”, diz ele. “São jogadores como Jamal Musiala, Lamine Yamal e tantos outros: será um confronto muito interessante de se ver.”

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Radicado nos Estados Unidos — ele mora em Huntington Beach, no sul da Califórnia, com sua mulher Debbie Chin, ex-modelo norte-americana, de ascendência chinesa —, Klinsmann vê a Alemanha e os Estados Unidos como dois candidatos a fazerem um bom papel no torneio. “Os norte-americanos terão uma oportunidade de experimentarem avanços no nível de futebol similares aos efeitos que o Mundial de 1994 acarretou ao futebol feminino, que se desenvolveu muito, por aqui”, diz. “Quanto à Alemanha, está chegando mais forte, com novos jogadores.”

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