Andreas Pereira é a última contratação do Palmeiras na janela de transferência, que fecha no dia 2 de setembro. The Football adiantou o acerto do jogador do Fulham com o clube quase que em tempo real no começo da tarde desta segunda-feira, já noitinha na Inglaterra, conforme nossos leitores acompanharam e nos deram uma excelente audiência, a quem agradecemos muito.

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Com Andreas, Leila parte para mais um processo de convencimento: o de Abel Ferreira. O treinador ainda não assinou sua renovação de contrato. Uma nova investida da presidente deve acontecer depois das partidas das quartas de final da Libertadores. O Palmeiras enfrenta o River Plate. Essa conversa vai acontecer independentemente de qualquer resultado. Os jogos serão na metade de setembro. Até lá, Leila espera que Abel tome a sua decisão, até porque ela entende que precisa de tempo para encontrar outro treinador se ele não quiser renovar o seu vínculo até 2027.

Abel tem o respeito da presidente do Palmeiras, Leila Pereira, que trabalha para a sua renovação de contrato / Palmeiras

Artur Jorge aceitaria o posto?

Há um técnico que já comentou para amigos que viria correndo para o Palmeiras caso Abel não permaneça. É Artur Jorge. O técnico português que levou o Botafogo ao título do Brasileirão e da Libertadores no ano passado está no Al-Rayyan, do Catar. Viria porque entende que poderia ganhar holofote e títulos no Palmeiras.

Leila espera pelo ‘sim’ em setembro

Leila quer muito que Abel continue até o fim do seu mandato. Ela não vê o time sem o treinador. Mas sabe também que não pode esperar pelo “sim” que não veio ainda até o fim da temporada, de modo a ter tempo para escolher outro, em caso de recusa, com calma para não errar. Desde que ela assumiu o comando do Palmeiras, esse nunca foi um problema. Ter Abel ao seu lado lhe ajuda esportivamente, como trunfo com o torcedor e associado e também com escudo no clube. 

A política no Palmeiras começa a pulsar como havia tempo não se via. O problema de Abel é que ele enfrenta resistência de conselheiros, que começam a pegar no pé de Leila, que cobra o diretor de futebol, que responsabiliza o treinador e algumas de suas escolhas de reforços. Abel é responsabilizado pela contratação de alguns jogadores abaixo do nível ou caros demais pelo que estão entregando em campo. Não é questão de paciência, como disse o técnico, transferindo a responsabilidade do fracasso de alguns desses jogadores para as “cobranças da imprensa”. O ambiente é tenso e por mais que ache, Leila não governa sozinha.

Há resistência no clube

A presidente tenta driblar essa resistência para manter Abel. Perder para o Corinthians a vaga da Copa do Brasil provocou rachas e abriu feridas. Há muita desconfiança de que Abel esteja fazendo um bom trabalho. Ou que tenha sentido a derrota para o rival. As conversas nas últimas semanas tomaram esse rumo. O próprio treinador disse que prefere ganhar campeonatos do que vencer clássicos. O problema é que o Palmeiras não tem feito nem uma coisa nem outra. E pode, muito bem, fazer as duas. Domingo, o time enfrenta o Corinthians em Itaquera, pelo Brasileirão.

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The Football teve a informação de que há algumas patotas no vestiário que tem motivado a saída de jogadores. Leila comentou recentemente também que, como presidente, as decisões do clube são dela. Ela quer a renovação de Abel. O problema é que o treinador, por melhor que seja, e é, sentiu as manifestações agressivas de parte da torcida do Palmeiras, dos membros da Mancha, mas não somente, durante os últimos jogos do time no Allianz Parque. E isso o teria deixado nas cordas.

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