The Football ouviu de uma fonte que o Memphis Depay vai jogar nos Estados Unidos depois da Copa do Mundo. O Corinthians não confirma. O contrato do jogador termina em junho. O jogador está machucado sem data para retornar. Ele esteve na Neo Química Arena neste domingo para participar de eventos promocionais no estádio em Itaquera na partida contra o Palmeiras. Nada além disso.
Oficialmente, a diretoria do clube fala das tratativas de renovação, mas sem sucesso. Memphis pode assinar com qualquer clube do mundo, uma vez que ele já está naquele período de seis meses antes do vencimento do acordo atual para novos contratos.

O que se sabe é que o Corinthians não vai renovar pelos mesmos valores. O atacante holandês terá de abrir mão de pelo menos 30% do que recebe, algo erm torno de R$ 6 milhões, com todas as regalias, como moradia, cozinheiro, motorista… O clube deve a Memphis R$ 40 milhões aproximadamente. Não tem como pagar. O jogador também está com a Copa do Mundo na cabeça. É bem provável que ele jogue algumas poucas partidas no time de Fernando Diniz antes de ir para a seleção holandesa. Memphis é o maior artilheiro da Holanda. Sua preocupação é estar na lista dos convocados do técnico Ronald Koeman.
Memphis e Neymar nos EUA?
Jogar nos Estados Unidos até parece um caminho natural para alguns jogadores mais experientes. Ele “já tem” um encontro marcado com o amigo Neymar, que está na mesma condição, mas com contrato até dezembro. Nenhum dos dois assinou contrato ainda. O FC Cincinnati está de olho no brasileiro do Santos. Há um teto salarial nos Estados Unidos nas competições da MLS, mas com a possibilidade de Memphis ser um dos três jogadores de “salário livre” de cada time. A preocupação do atacante é receber o que o Corinthians deve a ele. Memphis sabe que se deixar o clube sem receber, dificilmente ele colocará as mãos nesse dinheiro.
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Jogar nos Estados Unidos é uma opção que cresce para jogadores de talento, mas em fim de carreira. Messi ajudou a abrir esse mercado recentemente. Ele atua no Inter Miami. São menos partidas, menos cobrança e pressão e mais vida livre. Há imagens nas redes de Messi fazendo compras em supermercados de Miami com os filhos. O comportamento dos americanos com os jogadores de futebol também é de menos assédio.





